domingo, 30 de setembro de 2012

CD do mês: Cradle Of Filth - Darkly, Darkly, Venus Aversa.

Darkly, Darkly, Venus Aversa é o nono álbum de estúdio da banda inglesa de metal extremo Cradle of Filth, lançado em 1 de novembro de 2010.
Faixas The Cult of Venus Aversa One Foul Step from the Abyss The Nun with the Astral Habit Retreat of the Sacred Heart The Persecution Song Deceiving Eyes Lilith Immaculate The Spawn of Love and War Harlot on a Pedestal Forgive Me Father (I Have Sinned) Beyond Eleventh Hour

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Kiss confirma três shows no Brasil em novembro

Gene Simmons e sua trupe de mascarados confirmaram três shows pelo Brasil em novembro, como parte da “Monster Tour”, iniciada em outubro, com lançamento do novíssimo álbum Monster.
Os shows, anunciados pela produtora XYZ Live, serão realizados em Porto Alegre (14 de novembro, no Estádio Zequinha), São Paulo (17, Arena Anhembi) e Rio de Janeiro (18, HSBC Arena). Na capital paulista, a apresentação faz parte do projeto Live Music Rocks, que trouxe Morrissey, Noel Gallagher e Maroon 5. Os ingressos nas três cidades variam bastante de preço e chegam de R$ 650 – valor da entrada para a área mais próxima ao palco, no Rio de Janeiro. As vendas de bilhetes começam a partir do dia 29 de setembro em São Paulo; 30 de setembro em Porto Alegre; e 1ª de outubro no Rio. O álbum Monster, que dá nome à turnê, será lançado a partir do dia 9 de outubro, nos Estados Unidos, com 13 faixas. A primeira delas, “Hell or Hallelujah”, já foi lançada em julho deste ano. Veja detalhes dos shows: Porto Alegre, dia 14 de novembro Estádio Zequinha – Av. Assis Brasil, 1.200 – Santa Maria Goretti Informações: 40031212 Preços: R$ 190 a R$ 420 Vendas online: Ingresso Rápido São Paulo, dia 17 de novembro Arena Anhembi – Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana Preço: R$ 300 Rio de Janeiro, dia 18 de novembro Arena HSBC – Av. Embaixador Abelardo Bueno, 3.401 – Barra da Tijuca Preço: R$ 220 a R$ 650

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Aniversário do Freddie Mercury.

Foi um músico, cantor e compositor britânico, mais conhecido por ter sido vocalista da banda britânica de rock Queen. É considerado por diversas votações populares como um dos melhores cantores de todos os tempos e uma das vozes mais conhecidas do mundo! Mercury compôs vários sucessos para o Queen, tais como "Bohemian Rhapsody", "We Are the Champions" e "Love Of My Life" Ele faleceu de broncopneumonia, causada pela AIDS, em 24 de novembro de 1991, apenas um dia depois de reconhecer publicamente que tinha a doença, mas ainda permanece vivo na mente daqueles que curtem música de qualidade. Freddie Mercury é e foi ETERNO! Como já dizia o próprio Freddie Mercury: Eu não serei apenas um astro do ROCK eu serei uma LENDA!

domingo, 2 de setembro de 2012

CD do mês: Madness - Complete!!!

Complete Madness foi o primeiro álbum de Greatest Hits da banda Madness, lançado em 1982. Passou 99 semanas como o melhor álbum do Reino Unido.
"Embarrassment" - 3:13 "Shut Up" - 2:53 "My Girl" - 2:47 "Baggy Trousers" - 2:48 "It Must Be Love" - 3:20 "The Prince" - 2:29 "Bed & Breakfast Man" - 2:34 "Night Boat To Cairo" - 3:33 "House Of Fun" - 2:51 "One Step Beyond" - 2:21 "Cardiac Arrest" - 2:59 "Grey Day" - 3:41 "Take It Or Leave It" - 3:28 "In The City" - 3:01 "Madness" - 2:40 "The Return Of The Los Palmas 7" - 2:35

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Slash e Motorhead juntos no palco em Boston.

Os fãs que foram ao show do guitarrista Slash no House of Blues, em Boston, no dia 2 de agosto, tiveram uma surpresa especial, o vocalista do Motorhead, Lemmy, subiu ao palco e cantou a faixa "Doctor Alibi" junto com a banda. Os fãs viram durante boa parte do show de Slash um pedestal anormalmente elevado, com o microfone apontando diretamente para baixo. Era a senha do que aconteceria.Quem já viu algum show do Motörhead, sabe que a é a posição preferida de Lemmy. A canção apresentada foi gravada pela dupla em colaboração para o álbum solo do guitarrista, intitulado "Slash", lançado em 2010.


Por Tony Olliver

domingo, 12 de agosto de 2012

Encerramento das Olimpíadas!!!

No país do rock ,só poderia ser maravilhoso o encerramento com esses shows. Simplesmente de mais.

domingo, 5 de agosto de 2012

CD do mês The Offspring - Days Go By.

Por mais que seja heresia recorrer ao termo punk para caracterizar o som do Offspring, pop punk tem sido o rótulo mais usado para definir o rock do grupo norte-americano - rótulo de significado questionável já pela junção de termos em si conflitantes como pop e punk. De todo modo, esse som do Offspring ganha boa sobrevida com o lançamento do nono álbum de estúdio da banda, Days Go By, recém-lançado no Brasil pela Sony Music. Quem ouviu alucinadamente o álbum Americana (1998) em algum momento da vida vai se deixar pela energia que brota de pop rocks como The Future Is Now, Secrets Form The Underground e Hurting As One - faixa pesada e veloz que, sim, evoca a arquitetura de um punk rock. Ainda que não reedite o êxito de Americana, Days Go By é um bom disco. O mérito deve ser dividido entre os entrosados músicos da banda - que passa a contar a partir deste CD com o baterista Pete Parada - e o produtor Bob Rock, hábil na formatação do som típico do Offspring. Entre balada (All I Have Left Is You) e revival de Dirty Magic (tema de Ignition, álbum independente de 1992 que deu projeção à banda), o Offspring explora outros terrenos musicais em Days Go By. Oc Guns é faixa imersa no universo da música latinoamericana, com ecos do som mariachi. Cruising California (Bumpin' In My Trunk) é (dispensável) flerte com o pop eletrônico em voga nas rádios dos Estados Unidos. No geral, o Offspring soa mais verdadeiro em temas como Dividing By Zero e como a faixa-título, Days Go By, ambas com a pegada mais característica do grupo.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Metallica começará a compor o sucessor de Death Magnetic

Em uma entrevista coletiva na Cidade do México no último fim de semana, o Metallica falou sobre os planos para o próximo álbum, informou o Blabbermouth.net. Os músicos confirmaram que estão pensando sobre o sucessor de Death Magnetic (2008).
“Nós não vamos começar a gravar, vamos começar a escrever” disse o baterista Lars Ulrich. “Não sabemos o que está nos inspirando agora”, continuou o vocalista James Hetfield, que disse ainda: “Estou me coçando para escrever há bastante tempo – todos nós estamos –, por isso há muitas ideias”. Robert Trujillo, o baixista, adicionou: “Há um monte de riffs para trabalhar nas jams e isso é muito empolgante para nós”. Os fãs não devem ficar ansiosos, já que nem a banda sabe como será o processo criativo. “Não temos ideia. Pode ser que seja muito rápido, mas pode demorar um bom tempo. Esta é a beleza da arte”, disse Hetfield. Embora o Metallica tenha gravado Lulu, o álbum em parceria com Lou Reed, em dez dias, os integrantes não têm certeza de como a experiência vai impactar no próximo registro. “Eu penso que tudo que nós fazemos afeta o próximo trabalho de alguma forma. Nós não sabemos como isso vai aparecer. Aquele é um outro jeito de escrever”, afirmou o vocalista. “Acho que isso [Lulu] nos deu confiança para seguir em frente e confiar um pouco mais no momento. Há um outro lado disso que é obsessivo e perfeccionista. Então encontrar o equilíbrio é fundamental.” O Metallica está no meio de maratona de oito shows na Cidade do México. Em 11 de agosto, a banda segue para São Francisco, nos Estados Unidos, para se apresentar no festival Outside Lands.

Vocalista do Ministry desmaia durante show em Paris

Al Jourgensen, 53, vocalista do Ministry, desmaiou no palco de um show da banda no Le Bataclan, em Paris, no sábado, 28, relatou o jornal The Guardian.
Após o desmaio, Jourgensen foi levado de ambulância a um hospital da cidade. De acordo com exames, o nível de álcool no sangue do cantor estava “bem abaixo do normal”, e ele não havia consumido drogas. Um comunicado oficial da banda informa que o cantor sofreu “um colapso total do sistema devido a extrema desidratação e exaustão por calor, intensificada pela falta de ventilação no local do show”. O vocalista, que lutou durante muitos anos contra o vício em heroína, disse à Rolling Stone EUA no último mês de março que ele já chegou a pensar em se aposentar dos palcos por conta de seus problemas de saúde. “Nas últimas quatro turnês, eu estive vomitando sangue”, contou. “Quando estou em casa, não bebo nem nada. Mas quando você está em turnê, tudo é louco. Eu nunca falei nada sobre isso porque pensei que fazia parte do fato de você envelhecer e sair em uma turnê de rock – você vomita sangue!” A turnê DeFiBriLlaTouR, do álbum Relapse(2012), será retomada em Lurzen, na Suíça, nesta terça-feira, 31.

Lollapalooza confirma edição 2013 no Brasil com três dias.

O festival norte-americano Lollapalooza confirmou a edição 2013 no Brasil com três dias de shows: 29, 30 e 31 de março. A notícia veio por meio da página do Facebook da atração, que aproveitou para confirmar que o evento será realizado novamente no Jockey Club, em São Paulo. No ano passado, o Lollapalooza fez sua estreia no Brasil trazendo shows de Foo Fighters, Arctic Monkeys, Band of Horses, Manchester Orchestra e Gogol Bordello. Idealizado por Perry Farrell, líder da banda Jane's Addiction, que também foi atração em 2012, o Lollapalooza como evento itinerante e hoje tem edições em três países: Estados Unidos (Chicago), Chile (Santiago) e Brasil (São Paulo).

domingo, 8 de julho de 2012

CD do mês - Van Canto - Hero.

Hero is the second studio album by German a cappella metal band van Canto, released on September 26, 2008. It is the follow-up to 2006's A Storm to Come on Sony BMG Germany's GUN records. In contrast to A Storm to Come, Hero contains more cover songs performed a capella, with only five songs being original compositions. "Speed of Light" and the Nightwish cover "Wishmaster" were released as singles with music videos to promote the album. The 2010 re-release featured Angra cover "Carry on".
1. "Speed of Light" 2. "Kings of Metal (Manowar cover)" 3:41 3. "Pathfinder" 4:48 4. "Wishmaster (Nightwish cover)" 4:22 5. "The Bard's Song (Blind Guardian cover)" 3:08 6. "Quest for Roar" 3:32 7. "Stormbringer (Deep Purple cover)" 3:51 8. "Take to the Sky (Featuring Hansi Kürsch of Blind Guardian)" 4:14 9. "Fear of the Dark (Iron Maiden cover)" 7:09 10. "Hero" 5:18 11. "Carry On (Angra cover)" (2010 re-release)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dickinson e Morse estarão em regravação de disco do Purple

O mais erudito trabalho de Deep Purple, Concerto for Group and Orchestra, vai ganhar versão repaginada, a ser conferida a partir de setembro de 2012. A nova gravação do disco, que traz uma peça inteiramente escrita para ser executada com orquestra e músicos com instrumentos elétricos - diferentemente dos trabalhos usuais do tipo, com versões para canções já anteriormente gravadas - será lançada pelo ex-tecladista da banda, Jon Lord. A novidade foi publicada no site oficial do músico, assim como a capa do disco. A nova versão, no entanto, traz pela primeira vez um registro da peça sem integrantes da banda britânica - apesar de Lord já tê-la executado diversas vezes sem os ex-colegas, caso de sua vinda ao País para a Virada Cultural de 2009. A regravação traz a peça executada pela Orquestra Filarmônica Real de Liverpool e tem participações de nomes como Bruce Dickinson, do Iron Maiden, nos vocais, e Steve Morse, atualmente no Purple, nas guitarras. De acordo com o site do músico, o trabalho é a versão definitiva para a obra prima de Lord, desta vez conduzida pelo maestro Paul Mann - o mesmo responsável pelo posto na regravação de 1999. O disco virá acompanhado de um vídeo-documentário. Na versão original, lançada nos EUA em dezembro 1969, o álbum trazia o quinteto em sua formação mais clássica tocando ao lado da Orquestra Filarmônica Real de Londres. Em 1999, quando Lord ainda fazia parte do line-up do grupo, o Purple lançou uma nova versão da peça, que teve participação do vocalista Ronnie James Dio e partiu para uma turnê mundial, com passagem pelo Brasil. Recentemente, Lord anunciou que está quase totalmente recuperado de um tratamento contra o câncer, anunciado há cerca de um ano. O site oficial do tecladista anunciou no último dia 27 de maio que ele voltará aos palcos no próximo dia 6 de julho, em sua primeira aparição ao vivo desde o anúncio da doença, que ainda trata. No show, o músico apresentará o trabalho Durham Concerto, lançado em 2007, ao lado da Orquestra Filarmônica de Hagen, na Alemanha.

Beach Boys encerram edição 2012 do festival Bonnaroo

Beach Boys, Gary Clark Jr. e Bon Iver foram alguns dos nomes responsáveis pelo encerramento do Bonnaroo Music and Arts Festival, realizado no domingo (10), em Manchester, Tennessee.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Metallica: Arctic Monkeys é banda de metal disfarçada de indie

Em entrevista à Rolling Stone, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, descreveu a banda Arctic Monkeys como um grupo de heavy metal disfarçado de indie. As informações são do site NME. Ulrich defendeu sua teoria e disse acreditar que o rock dos britânicos vai na mesma linha do som produzido pelo próprio Metallica. Ele também comparou o Arctic Monkeys com o Rush, conjunto de rock progressivo, e disse que é possível ver elementos comuns entre eles.

domingo, 3 de junho de 2012

CD do Mês Neil Young and The Crazy Horse - Americana

"Americana", novo álbum de Neil Young com versões para clássicos do cancioneiro folk norte-americano. Coproduzido por John Hanlon e Mark Humphreys, além do próprio Young, o disco é o primeiro do cantor e compositor canadense com a formação original da banda Crazy Horse (Billy Talbot, Ralph Molina e Poncho Sampedro) desde "Broken arrow", de 1996. "Americana" mistura faixas como "Tom Dooley" and "Oh Susannah", escritas no século 19, com "Get a job" e "This land is your land", criadas na metade do século 20 — esta última traz as participações especiais de Pegi Young, mulher de Neil Young, e Stephen Stills nos vocais. "São músicas que conhecemos desde o jardim de infância. Mas o Crazy Horse rearranjou todas elas, e, agora, elas nos pertencem", comentou Neil Young em um comunicado à imprensa. Veja o repertório completo de "Americana", que chega ao mercado internacional em 5 de junho:
"Oh Susannah" "Clementine" "Tom Dooley" "Gallows pole" "Get a job" "Travel on" "High flyin' bird" "She’ll be comin 'round the mountain" "This land is your land" "Wayfarin’ stranger" "God Save The Queen"

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Metallica não pode parar de fazer turnês por queda na venda de discos

Kirk Hammett, guitarrista do Metallica, disse à Rolling Stone norte-americana que a banda não consegue deixar de fazer turnês porque não ganham mais o suficiente com vendas de discos.
Mesmo querendo ficar mais tempo com a família, o grupo de thrash metal explicou por que fizeram quatro turnês na Europa nos últimos cinco anos. Atualmente, o Metallica excursiona no velho continente tocando na íntegra o disco homônimo de 1991, mais conhecido com Black Album. "Os ciclos de tirar dois anos de folga não existem mais. Nós podíamos fazer isso porque tínhamos royalties das gravadoras caindo em nossas contas constantemente. Agora você lança um álbum e recebe a bolada uma ou duas vezes, mas não como costumava ser: um cheque a cada três meses", explicou o guitarrista. Mesmo querendo fazer menos shows, Hammett contou que eles não conseguem trabalhar menos. "Nós somos uma banda ao vivo, temos que sair para tocar, tocar e tocar. Mas, hoje em dia, estamos querendo descansar um pouco, curtir nossas famílias e outras coisas. Mas é assim que as coisas são, e não podemos mudar isso".

terça-feira, 29 de maio de 2012

Edu Falaschi diz que saiu do Angra para preservar a voz

Após mais de dez anos comandando os vocais do Angra, o cantor Edu Falaschi anunciou a saída da banda na última semana, em comunicado publicado no seu site oficial. O motivo da decisão não estava claro, mas Falaschi explica à Rolling Stone Brasil que resolveu deixar os integrantes para poupar a voz e se dedicar exclusivamente ao grupo Almah. Em setembro do ano passado, ele já havia admitido problemas na voz ao explicar uma criticada apresentação no Rock in Rio. Recuperado após tratamento, Falaschi agora quer manter-se saudável limitando-se a cantar aquilo que está naturalmente ao seu alcance. “O Angra exigia muito de mim e não gostaria de manchar aquilo que construímos durante tanto tempo e do que eu me orgulho muito”, afirma. “Agora eu posso trabalhar sem pressão, sem comparação com algo de 11 anos atrás, mas que os fãs ainda lembram”, diz, referindo-se ao vocalista anterior do Angra, André Matos.
“Eu tive que pensar em mim e assumir que o Almah é aquilo que hoje me dá mais possibilidade de continuar cantando bem, porque lá as notas estão ao meu alcance. Eu não tenho que cantar músicas muito agudas como aquelas dos tempos do André”, explica Falaschi, que afirma já ter diversos planos para o futuro do Almah. “Estamos fazendo shows em todo o mundo, vamos gravar o DVD da nossa turnê atual e já tenho 18 músicas prontas para um próximo álbum.” A agenda cheia do que era até então projeto paralelo foi outra motivação para sua saída. “O Kiko [Loureiro, guitarrista do Angra] me disse certa vez que o Almah estava ‘canibalizando’ o Angra.” Por outro lado, a separação teve um lado negativo para o Almah: o baixista Felipe Andreoli, que também tocava nas duas bandas, ficará exclusivamente com o Angra, porque “uma hora as agendas vão bater”, segundo conta Falaschi. Isso se a banda, com a saída do cantor, decidir continuar tocando, já que ainda não há notícias sobre um novo vocalista. Já o baixo que vai acompanhar os próximos projetos de Falaschi ainda não tem dono. “Estamos estudando, porque não quero tomar nenhuma decisão precipitada”, ele afirma. Caso o Angra, uma das mais bem sucedidas bandas brasileiras de metal, continue em atividade, Falaschi não nega a possibilidade de voltarem a trabalhar juntos: “Ainda tenho coisas marcadas com o [guitarrista] Rafael Bittencourt e nada impede que façamos daqui um tempo algum show ou algo assim”.

The Killers anuncia o nome do novo disco

O Killers anunciou o nome do quarto disco da banda: ele se chamará Battle Born.
O trabalho mais recente do grupo de Las Vegas tinha saído em 2008, foi Day & Age. Brandon Flowers, vocalista do quarteto, deu entrevista à Rolling Stone EUA sobre o projeto. "De uma certa forma, todos os americanos nasceram para a batalha (“battle born”). Os nossos antecessores vieram para cá para ter algo melhor", disse ele. A previsão de lançamento é para o final de 2012. Os títulos de algumas faixas já foram divulgados, como “Heart Of A Girl”, “Flesh And Bone”, “Carry Me Home” e “Runaways”.

Titãs divulga inédita de Cabeça Dinossauro

O ano é de festa para os Titãs, que comemoram 30 anos de carreira com uma nova turnê do álbum Cabeça Dinossauro, de 1986, o terceiro da banda. E nesta terça, 29, 26 anos mais tarde, uma faixa que ficou de fora do disco foi divulgada pelo iTunes.
“Vai Pra Rua” integrou a fita demo que originou o LP. Outras canções gravadas nesta versão que antecedeu Cabeça Dinossauro também estão disponíveis, assim como toda a discografia da banda lançada pela Warner Music. São 14 álbuns a preços promocionais, mas as faixas também podem ser adquiridas separadamente.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Blur desiste de álbum que marcaria o retorno da banda

De acordo com o produtor William Orbit, o grupo Blur abandonou de vez as gravações do seu álbum de retorno.
Em entrevista ao site NME, Orbit disse que, apesar de terem feito um trabalho "incrível" até agora, o vocalista Damon Albarn resolveu desistir do projeto. "Tudo acabou por causa de Damon. E a banda ficou se perguntando 'é isso?'", contou o produtor, que já trabalhou em outro dois álbuns do Blur e estava empolgado com as gravações daquele que queria o 11º CD da banda. Os rumores sobre um álbum de retorno do Blur surgiram quando Stephen Street, produtor do célebre Parklife, comentou que o grupo teria gravado um novo single com William Orbit. De janeiro a março, Orbit postava mensagens em seu Twitter sobre os bastidores das gravações, o que deixou os fãs do Blur na expectativa pelo novo trabalho. Mas agora ele fala com outro tom e declarou que "Damon, brilhante e talentoso que é, também consegue ser um m... com o resto da banda".

Pela 1ª vez em 15 anos, Stone Roses sobe ao palco

A seminal banda indie The Stone Roses fez a primeira performance ao vivo em mais de 15 anos para uma plateia de fãs em êxtase, na Grã-Bretanha. O quarteto fez um show-surpresa para cerca de mil pessoas em Parr Hall, em Warrington, no condado de Cheshire.
"Eles nunca tocaram tão bem juntos", disse o fã Leme André, de 43 anos. Mas as opiniões foram controversas quanto à voz do cantor Ian Brown. "Ele não canta nada, mas ele nunca cantou", disse Tom Six, 35, de Liverpool. As caóticas performances vocais de Brown antes de o grupo se dividir, em 1996, se tornaram lendárias. "Ele estava um pouco rouco, mas foi tudo bem", disse Six. "Foram os Roses como eu me lembro deles." Clássicos e lados B Dennis Warriner, um gerente de supermercado de 50 anos de idade, de York, disse: "Ele começou um pouco meloso, mas depois ficou melhor, sem dúvida." Outro fã, o funcionário público Paul Blaney, disse: "Eu vi Ian Brown quatro ou cinco vezes. Hoje o cara estava em chamas. Foi sensacional. A musicalidade me surpreendeu. Eles tocaram os clássicos e alguns lados B". Com uma hora de duração, o show teve 11 músicas e começou com I Wanna Be Adored. Também incluiu canções do álbum de estreia, de 1989, incluindo Made Of Stone, Waterfall e She Bangs The Drums. Mas a banda não revelou qualquer material novo. Foi a primeira vez que Brown, o guitarrista John Squire, o baixista Gary "Mani" Mounfield e o baterista Alan "Reni" Wren tocaram juntos ao vivo desde 1990. Estrela do Oasis, Liam Gallagher estava em meio à multidão. O show foi anunciado somente às 16h na quarta-feira e os ingressos estavam disponíveis para os fãs que apareceram no local com CD, LP ou camiseta do Stone Roses. Muita sorte Michelle McKay, neozelandesa que vive em Liverpool, disse que ouviu falar sobre o show no Twitter e foi direto, de ônibus. "Cheguei aqui um pouco tarde para pegar a pulseira, mas tive muita sorte, um cara que eu nunca vi antes descolou uma para mim e entrei", ela disse. "Eu estava na terceira fila e, para trás, todo mundo estava cantando junto. A banda quase foi engolida pela plateia." Michelle McKay, fã "Eu estava na terceira fila e, para trás, todo mundo estava cantando junto. A banda quase foi engolida pela plateia. She Bangs The Drums foi o destaque para a maioria das pessoas. Nunca vi uma banda se abraçar assim no final. Há muito amor no quarteto." O show de retorno da banda havia sido programado para Barcelona, no dia oito de junho. Eles não deveriam se apresentar no Reino Unido até o fim de junho, quando 225 mil pessoas são esperadas para assistir a três concertos no Heaton Park, em Manchester. Eles também vão circular por festivais no Reino Unido e embarcar em turnê mundial.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

David Lee Roth explica adiamento dos shows do Van Halen

David Lee Roth postou um vídeo este fim de semana explicando o adiamento misterioso das datas da turnê do Van Halen.
Conforme a Rolling Stone EUA noticiou na última quinta, 17, a banda desmarcou repentinamente todas as datas após o show de 26 de julho, em Nova Orleans, cancelando mais de 30 apresentações que estavam agendadas, incluindo as de Milwaukee, Detroit, Cleveland, Salt Lake City e El Paso. Eles não deram qualquer explicação a respeito dos adiamentos na semana passada. Apesar de uma fonte com conhecimento sobre a turnê ter atribuído os cancelamentos às brigas internas da banda, Roth insiste que não foi assim, afirmando que o grupo está se entendendo melhor do nunca nos últimos tempos. A verdadeira causa, ele explica, é simplesmente exaustão. "Como de costume, a gente abraçou mais do que poderia dar conta no que diz respeito a datas. A banda está vencendo, mas nossa agenda foi reorganizada para evitar desgastes desnecessários. Vamos fazer uma pausa e vamos voltar, porque essa turnê deve levar uns dois anos."

Black Sabbath faz show histórico em Birmingham

A maior questão sobre a esperada reunião do Black Sabbath foi respondida neste fim de semana, assim que Ozzy Osbourne subiu ao palco do O2 Academy Birmingham no último sábado, 19, gritando "Come on, you fuckers!" e parecendo tão feliz quanto uma criança em uma manhã de Natal. A figura tatuada por trás da bateria não foi apresentada formalmente pela banda, que não tem o baterista Bill Ward participando dos shows. O baterista Tommy Clufetos, que toca com Ozzy em sua banda na carreira solo, foi, no entanto, reconhecido por muita gente na plateia. Depois de sanada a dúvida de quem assumiria o posto de Ward, o foco do retorno do Sabbath foi quem estava presente ali, e não quem não estava. Boa parte da atenção do público estava voltada ao guitarrista Tony Iommi, ainda em tratamento contra um linfoma (o primeiro coro de “Tony, Tony!” veio logo após a primeira música, “Into the Void”). Depois, Osbourne o apresentou como o “Iron Man”, antes de cantar a música de mesmo nome, enquanto um Iommi claramente emocionado e sorridente destilava os riffs mais famosos da história do heavy metal com uma vitalidade que alegrou tanto os fãs veteranos na plateia de três mil pessoas, quanto aqueles que nasceram décadas depois de eles terem lançado o primeiro disco. Aqueles riffs nasceram em locais próximos a onde estava acontecendo o show, em Birmingham, e Osbourne, em particular, estava muito feliz em tocar em sua cidade natal. “As pessoas dizem que eu sôo como um norte-americano agora”, ele disse antes de “War Pigs”, causando o primeiro de muitos coros. Ele completou: “Mas eu da Inglaterra e sou orgulhoso para caralho disso”. E havia muito mais do que se orgulhar na apresentação que serviu como uma lembrança do legado da banda antes do lançamento de um novo álbum e de apresentações bem maiores no Download Festival e no Lollapalooza. Apesar de Ward ter confirmado definitivamente sua ausência apenas três dias antes do show, não houve sinais de negatividade contra Clufetos, que manteve uma boa presença desde o início do evento. Houve uma música inesperada no set list – “Dirty Women”, de Technical Ecstasy, de 1976, e até Osbourne pareceu não ter certeza se eles já tinham tocado "Wheels of Confusion" ao vivo antes –, mas, no geral, o set foi baseado nos quatro primeiros clássicos discos da banda. A versão estendida do baixo de Geezer Butler em "Behind the Wall of Sleep" e os riffs tempestuosos de Iommi em uma versão instrumental de "Symptom of the Universe" foram recebidos com entusiasmo gigantesco, enquanto o solo de bateria de Clufetos também foi bem recebido, embora os aplausos tenham sido um pouco mais contidos. Osbourne manteve o papel de líder, conduzindo os gritos de “Tony! Tony!” e pedindo que o público ficasse "extra fucking crazy" na última antes do bis, “Children of the Grave”. A plateia foi recompensada com o retorno da banda ao palco, com o riff introdutório de "Sabbath Bloody Sabbath", seguido de um final frenético com “Paranoid”. “Cheguem em casa com segurança”, disse Ozzy, enquanto os quatro integrantes se curvaram à beira do palco em agradecimento, “antes que eu volte e chute suas bundas novamente.” Veja abaixo o set list da apresentação: "Into the Void" "Under the Sun" "Snowblind" "War Pigs" "Wheels of Confusion" "Electric Funeral" "Black Sabbath" "The Wizzard" "Behind the Wall of Sleep" "N.I.B." "Fairies Wear Boots" "Tomorrow’s Dream" "Sweet Leaf" "Symptom of the Universe" "Iron Man" "Dirty Women" "Children of the Grave" Bis: "Sabbath Bloody Sabbath" (Introdução) "Paranoid"

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Slash lança clipe e libera segundo disco solo para audição


O guitarrista Slash lançou, nesta quarta-feira (16), o clipe da faixa You're A Lie, primeiro single de seu segundo disco solo, Apocalyptic Love. Mais uma vez acompanhado do vocalista Myles Kennedy e agora da banda The Conspirators, o álbum chega às lojas no dia 22 de maio.
O músico ainda liberou para audição o novo trabalho, porém apenas residentes dos Estados Unidos tiveram acesso ao link, que foi exclusivamente apresentado pela Rolling Stone norte-americana. Com letra de Kennedy, You're a Lie foi a primeira música apresentada por Slash ao vocalista e a última a ser gravada. "Nós mudamos o arranjo duas vezes e ela foi a última coisa que trabalhamos no estúdio. Foi a última que fizemos e, coincidentemente, a primeira a ser lançada", disse o guitarrista à publicação. Confira o tracklist de Apocalyptic Love: Apocalyptic Love One Last Thrill Standing in the Sun You're a Lie No More Heroes Halo We Will Roam Anastasia Not for Me Bad Rain Hard & Fast Far and Away Shots Fired

MTV anuncia segunda apresentação do tributo a Legião Urbana


Embora os ingressos para o primeiro show ainda não tenham se esgotado, a MTV anunciou mais uma apresentação do tributo ao Legião Urbana com o ator Wagner Moura e os ex-integrantes da banda Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, devido à grande procura do público. A segunda apresentação deve acontecer em 30 de maio, um dia depois da primeira, também no Espaço das Américas, em São Paulo.
Os ingressos para os shows custam R$ 200. A meia está sendo vendida a R$ 100. A compra pode ser feita no site www.ticket360.com.br.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Bill Ward desiste oficialmente dos shows de reunião do Black Sabbath


Más notícias para os fãs do Black Sabbath: Bill Ward não vai tocar bateria em nenhum dos três shows de reunião do grupo este ano. Em uma longa mensagem postada em seu site, Ward explicou que ele simplesmente não conseguiu chegar a um acordo com seus colegas de banda. Os pioneiros do metal fazem seu primeiro show desde 2005 na noite do próximo sábado, 19, na cidade natal deles, Birmingham, na Inglaterra – e Ward afirma que ele ficou sabendo a respeito do show ao ver uma propaganda na internet.
O line-up original do Sabbath anunciou em novembro do ano passado que se reuniria para uma turnê, a primeira deles desde Never Say Die!, de 1978. Menos de dois meses depois, o guitarrista Tony Iommi foi diagnosticado com linfoma, o que fez com o que o Sabbath cancelasse a maioria das datas de sua turnê de verão. Semanas mais tarde, Bill Ward anunciou pelo Facebook que ele não participaria dos shows do grupo até que ele recebesse um contrato “digno de assinatura”. O grupo se comprometeu a seguir em frente sem ele e recentemente anunciou que seria headliner do Lollapalooza, além do já citado show de aquecimento em Birmingham este fim de semana. Na nova carta, Ward diz que o grupo pediu a ele que tocasse bateria em três músicas durante o set deles no Download Festival, em junho, uma oferta que ele recusou. Ward diz que o Sabbath pediu a ele que tocasse no show deste sábado, 19, de graça e sem nenhuma garantia de que ele poderia participar das outras apresentações e ele não aceitou as condições.

domingo, 13 de maio de 2012

Documentário do The Black Keys será um "filme de amigo", diz diretor

Segundo o diretor Noah Abrams, o documentário sobre a banda The Black Keys não será nada convencional, mas sim um "filme de amigo, talvez com a melhor trilha sonora de todos os tempos".
"Muitos documentários de música perdem muito tempo tentando fazer as pessoas parecerem legais. Eu sou afortunado o suficiente por conhecer esses caras bem e o relacionamento deles é íncrivel e engraçado", afirmou. Abrams acompanhou Dan Auerbach e Patrick Carney na turnê El Camino e tem filmado a dupla em diversos momentos. "Eles trabalham, trabalham, trabalham. E fazem shows, fazem shows, fazem shows. E dormem em vãs e trabalham ainda mais para esgotarem as vendas de ingressos", disse. O filme está previsto para o ano que vem, mas ainda não tem uma data de estreia definida.

Morre Donald 'Duck' Dunn, baixista de Booker T e Blues Brothers

Donald 'Duck' Dunn, famoso por ser baixista do grupo de soul liderado por Booker T Jones, morreu em um hotel de Tóquio no Japão. O músico, que estava no país para uma turnê, estava com 70 anos de idade e morreu enquanto dormia.
O guitarrista Steve Cropper, que acompanhava o amigo na excursão, postou a notícia no Facebook. "Hoje eu perdi meu melhor amigo. O mundo perdeu o melhor cara e o melhor baixista qe já viveu", escreveu o músico, que também tocou com Booker T. Entre os maiores sucessos que ajudou a compor, o baixista tem em seu currículo canções como Green Onions e o fato de ter participado de gravações com Otis Redding. Reconhecido como músico por suas firmes linhas de baixo, Dunn também teve sua parcela de fama no cinema. O baixista interpretou a si mesmo no clássico filme The Blues Brothers, tocando no grupo ao lado dos protagonistas John Belushi e Dan Aykroyd.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Álbum de Iggy Pop em francês é rejeitado pela gravadora

Um dos maiores projetos do roqueiro Iggy Pop para 2012 era o lançamento de um disco de música em francês. Mas ele acaba de ser rejeitado pela sua gravadora, a Virgin EMI. As informações são do site The Guardian.
"A gravadora não quis. Eles acharam que não ganhariam dinheiro, que meus fãs gostariam. Prefeririam que eu fizesse um novo disco de hits do punk", disse o músico em uma coletiva de imprensa realizada em Paris, no início da semana. Visivelmente enfurecido, Pop indagou: "o que uma gravadora já fez por mim, além de me humilhar e me colocar para baixo? Sempre fui expulso delas". Por uma obrigação contratual, o cantor teve de mostrar o novo álbum a Virgin EMI, mas decidiu lançá-lo digitalmente pelo site Vente Privée. O novo CD, entitulado Après, não é o primeiro em francês do roqueiro, que em 2009 lançou Préliminaires, com influências de jazz.

Black Sabbath reúne 14 músicas em disco de sucessos

Um disco com as melhores músicas do Black Sabbath será lançado em 4 de junho. O álbum, chamado Iron Man: The Best Of Black Sabbath reunirá 14 canções. As informações são do site NME.
Atualmente a banda está gravando um novo disco e vai fazer turnê internacional aé o final do ano. O guitarrista Tony Iommi, que está tratando um linfoma, ficará de fora de algumas apresentações. Convidados especiais, como Slash e Geezer Butler, acompanharão Ozzy Osbourne nos shows. Confira as músicas selecionadas pelo grupo para o disco de sucessos: Paranoid Iron Man Changes Fairies Wear Boots War Pigs Never Say Die Children Of The Grave The Wizard Snowblind Sweet Leaf Evil Woman (Don¿t Play Your Games) Sabbath Bloody Sabbath Black Sabbath N.I.B.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Ex-guitarrista do Red Hot Chili Peppers se revolta com a banda

O ex-guitarrista do Red Hot Chili Peppers, Jack Sherman, ficou revoltado com sua antiga banda por não ter sido chamado para a cerimônia de entrada no Hall da Fama, segundo o site da NME. Sherman, que afirmou estar se sentindo desonrado, participou da produção do primeiro álbum da grupo e de parte do segundo. "É muito doloroso ver toda essa comemoração acontecendo e ser excluído", lamentou o músico. Segundo ele, a escolha dos convidados ficou por conta do Red Hot Chili Peppers. No entanto, a banda afirmou por meio de um advogado que a decisão foi do Hall da Fama.
Outro ex-guitarrista, Dave Navarro, também não foi convidado para o evento que aconteceu no mês passado.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

No Doubt anuncia a data de lançamento do novo disco

O No Doubt finalmente marcou uma data para o lançamento do tão aguardado novo disco da banda. "Doce para seus ouvidos chegando!", escreveu a banda em uma mensagem no site oficial, anunciando que o álbum sairá no dia 25 de setembro.
Esse será o sexto trabalho de estúdio do grupo e o primeiro lançamento dele desde Rock Steady, de 2001. O Doubt começou a trabalhar nessas gravações em 2008, quando Gwen Stefani estava grávida pela segunda vez, e a banda saiu em turnê em 2009. "Muita coisa aconteceu durante esse período", disse a vocalista à Rolling Stone EUA em junho de 2011. "Casamentos, bebês, e, para mim, dois discos e duas coleções de roupas. Então, se você fizer as contas vai concluir ‘uau, vocês estão indo muito rápido'."

Soundgarden quer lançar novo CD em outubro

Chris Cornell estima que o novo disco de estúdio do Soundgarden, o primeiro de inéditas do grupo desde Down on the Upside, de 1996, estava 75% pronto quando os heróis do grunge de Seattle, recentemente reunidos, receberam o pedido para que contribuíssem para a trilha sonora do filme Os Vingadores. "Foi a última faixa composta", Cornell contou à Rolling Stone EUA sobre "Live to Rise", que abre a trilha. A canção foi a primeira composição inédita trabalhada pelo Soundgarden em 15 anos.
Cornell diz que o disco, ainda sem nome, será masterizado esta semana então, para ele, “está pronto. Ele provavelmente sai em outubro", afirma. "Eu diria setembro, mas acho que está mais para outubro. Basicamente acabamos tudo." "Live to Rise", mais pesada, embora não necessariamente represente o som de todo o álbum, "funcionou super bem com o disco", afirma o vocalista. Logo quando a banda foi abordada com a possibilidade de contribuir na trilha de Os Vingadores, Cornell diz que seu instinto natural foi de usar alguma das músicas já gravadas. "Essa ideia durou uns três minutos. A gente não tinha nada que fosse funcionar direito. Mas parecia que seria um desafio legal tentar compor algo novo." A vontade de fazer algo customizado se provou mais simples na teoria do que na prática. "Descartei muitas ideias – provavelmente mais do que descarto normalmente. Tinha a sensação de que teríamos que fazer algo mais direto ao ponto em relação ao que costumamos fazer, porque é para um público mais amplo. A ideia era que fosse inteligente em termos de letra e melodia – é uma tarefa árdua dar conta de tudo. Já que tinha começado, queria fazer direito. Mas talvez isso seja um daqueles momentos de 'Chris sendo obsessivo compulsivo'." Cornell diz que a banda se juntando a um filme blockbuster é um sinal claro de um "novo cenário". "Licenciar músicas se tornou a forma barata para bandas com qualquer nível de credibilidade exporem suas músicas para as pessoas", explica. "Costumava ser o fruto proibido para qualquer banda – se você colocasse sua música em um comercial, estava ferrado. Eu nunca achei que isso fosse um absurdo." Mas Cornell reconhece que alguns sacrifícios devem ser feitos nos novos tempos da música: ele relembra que teve que gravar quatro faixas acústicas ao vivo para seu disco solo mais recente, Songbook, só para que o Wal-Mart o estocasse. "Nem é uma questão de 'faça isso que aí eles colocam o disco na frente da loja', como teria sido há uns dez anos. É 'faça isso senão eles nem vendem'." Cornell se consola com o fato de que Os Vingadores é um filme que ele e o Soundgarden respeitam e curtem. "Para uma banda como o Soundgarden, ser associado ao filme – levando em conta o que ele retrata e o que entrega – é uma ótima forma de ter um parceiro no mundo do entretenimento que ajude a colocar nosso trabalho na frente das pessoas. As gravadoras não têm mais isso. Não têm esse dinheiro ou os meios. Não conseguem cumprir esse papel. E não vão cumprir esse papel, isso não vai acontecer."

quinta-feira, 3 de maio de 2012

CD do Mês,The Beach Boys-Pet Sounds!!!

Pet Sounds é o décimo primeiro álbum de estúdio da banda de rock americana The Beach Boys, lançado 16 de maio de 1966 pela Capitol Records. Considerado um dos discos mais influentes da música pop, classificado como número # 1 em várias listas de maiores álbuns de todos os tempos em revistas especializadas como a New Musical Express, The Times e revista Mojo.Em 2003, foi classificado # 2 na lista 500 Greatest Albums of All Time, da revista Rolling Stone. Pet Sounds foi criado vários meses após Brian Wilson ter parado de excursionar com a banda a fim de concentrar sua atenção nas composições e gravações. Nesse trabalho, ele teceu camadas elaboradas de harmonias vocais, juntamente com efeitos de som e instrumentos não-convencionais, como sinos de bicicleta, órgãos, cravos, flautas, teremim, e apitos para cães, junto com instrumentos mais usuais como teclados e guitarras. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame Um dos primeiros álbum do art rock, ou seja, rock em forma de arte no sentido adjetivo da palavra. Os principais alicerces para este álbum são encontrados nos álbuns anteriores de 1965, The Beach Boys Today! e Summer Days (and Summer Nights!). Todas as músicas por Brian Wilson e Tony Asher, exceto onde indicado.
Lado A "Wouldn't It Be Nice" (Wilson, Asher, Mike Love ) – 2:22 Brian Wilson e Mike Love nos vocais "You Still Believe In Me" – 2:30 Brian Wilson nos Vocais "That's Not Me" – 2:27 Mike Love nos vocais "Don't Talk (Put Your Head On My Shoulder)" – 2:51 Brian Wilson nos Vocais "I'm Waiting For The Day" – 3:03 Brian Wilson nos Vocais "Let's Go Away for Awhile" (Wilson) – 2:18 Instrumental "Sloop John B" – 2:56 Brian Wilson, Mike Love e Carl Wilson nos vocais Lado B "God Only Knows" – 2:49 Carl Wilson nos vocais,Brian Wilson & Bruce Johnston on the tag "I Know There's An Answer" (Wilson, Terry Sachen , Mike Love) – 3:08 Mike Love, Al Jardine, e Brian Wilson nos vocais; originalmente chamada "Hang On to Your Ego" "Here Today" – 2:52 Mike Love nos vocais "I Just Wasn't Made For These Times" – 3:11 Brian Wilson nos Vocais "Pet Sounds" (Wilson)– 2:20 Instrumental "Caroline, No" – 2:52 Brian Wilson nos Vocais Singles ""Caroline, No" b/w "Summer Means New Love" (Capitol 5610), 7 de Março de 1966 # 32 nos Estados Unidos. (creditado a Brian Wilson) ""Sloop John B" b/w "You're So Good to Me" (Capitol 5602), 21 de Março de 1966 Estados Unidos # 3; Reino Unido # 2 ""Wouldn't It Be Nice" b/w "God Only Knows" (Capitol 5706), 11 de Julho de 1966 E.U. # 8 ("God Only Knows" Estados Unidos #39 ; Reino Unido #2) ""Let's Go Away for Awhile" caracterizado como o lado B para o "Good Vibrations" ""Here Today" caracterizado como o lado B de "Darlin'"

Novo álbum do Marilyn Manson disponível para audição na íntegra


O novo disco de Marilyn Manson, Born Villain, está disponível para audição na íntegra no site da AOL!

Ouça aqui.
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O disco será lançado oficialmente amanhã, dia 1º de maio, nos EUA. No Top 10 da iTunes Store na seção Rock, a situação atual do disco é a seguinte: #2 no Reino Unido, #1 na França, #3 na Alemanha, #2 na Áustria, #1 na Bélgica, #4 na Dinamarca, #4 na Finlândia, #7 na Irlanda, #3 na Itália, #2 no Japão, #1 em Luxemburgo, #6 na Noruega, #2 na Espanha, #2 na Suécia e #1 na Suíça.

Guitarrista do Slayer continuará sem fazer shows por conta de tratamento

Jeff Hanneman continuará sem fazer shows com o Slayer por mais algum tempo. O guitarrista ficará fora da turnê mundial da banda, ainda por conta de complicações de uma doença adquirida depois de ele ter sido picado por uma aranha há cerca de um ano. “Jeff tem feito algumas composições e participou dos ensaios nas últimas semanas, mas decidiu que precisa de mais tempo para seu tratamento”, a banda anunciou em uma mensagem no site oficial.
O músico contraiu fasciite necrosante (conhecida como “bactéria comedora de carne”). De acordo com o comunicado do grupo, o guitarrista por pouco não teve o braço amputado. Na época, ele foi colocado em coma induzido e passou por diversas cirurgias para remover os tecidos mortos. Mas, apesar de tudo, a evolução dele tem sido positiva. “Ele está em reabilitação, fazendo exercícios para recuperar a força do braço, mas, o melhor de tudo, é que ele tem tocado guitarra”, escreveu o grupo. Hanneman, que teve que reaprender a andar depois de passar dois meses internado, subiu ao palco com a banda para o bis no festival Big Four, na Califórnia, no ano passado. O guitarrista do Exodus, Gary Holt, continuará como substituto na turnê, que começará em 25 de maio, em Londres. Os integrantes do Slayer esperam que Hanneman possa retornar ao trabalho para gravar um novo disco ainda este ano, mas eles deixaram claro que pretendem esperar “o tempo que for preciso” para o guitarrista se recuperar completamente.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Auge nos anos 90 e estreando no País, James diz: "não fazemos hits"

São quase 30 anos de carreira (e milhões de cópias vendidas), mas James nunca conseguiu um tempinho para se apresentar no Brasil. A situação mudou na segunda-feira (30), quando a banda inglesa fez o primeiro show no País, no Cine Joia, em São Paulo. Saul Davies, percussionista do grupo, prometeu um show excelente para compensar o tempo longe. "Estamos na nossa melhor fase agora. Temos quase 30 anos de banda e somos mais profissionais, sem ser entendiante, sem se tornar um emprego", afirmou ele em entrevista ao Terra.
Apesar do sucesso declarado nos números de vendas de álbuns, que atingiram o ápice nos anos 90, Saul explica que, além da banda não ser muito adepta dos ensaios - "não queríamos nos tornar técnicos da música" -, nunca foram para estúdio pensando em fazer algo vendável que se tornasse um single. "Tocamos música com o coração. Eu sei que isso soa patético, mas é verdade, somos emocionais. Não sentamos para fazer hits de sucesso, sentamos para fazer som, e isso não mudou", disse. James se apresentou recentemente em um dos maiores festivais musicais do mundo, o Coachella, nos Estados Unidos. Com a responsabilidade de tocar no palco principal (apesar de o horário não ser o dos mais nobres, uma sexta-feira à tarde), tinham medo que poucos fãs aparecessem para a presentação, o que não aconteceu. Ainda assim, Saul diz que esse tipo de apresentação não é o seu favorito. "Pessoalmente, prefiro tocar em um club pequeno de São Paulo com pessoas que realmente querem estar lá", comentou. Há alguns anos, a apresentação seria algo possível de acontecer. Em 2001, a banda se separou sem intenção de voltar. "Tínhamos que terminar. Estávamos nos odiando. Na época, nem pensávamos mais em conversar uns com os outros", disse. A culpa do ódio é o que ele chama de "quintessência" do rock. "Bebíamos e todo o resto. Estávamos acabando com a nossa amizade e com a banda. Não estávamos felizes", explica. O hiato da banda durou até 2007, quando eles começaram a sentir "falta do processo". Voltar não foi uma decisão fácil. Com o ápice da banda agora no passado e um tempo longe do cenário, achavam que não teriam muitos fãs restantes. Mas tudo mudou quando decidiram fazer a primeira turnê de retorno. "Voltamos com uma turnê e venderam em um dia! Pensamos, porra, temos fãs!", riu Saul. A passagem do tempo mudou algumas coisas na banda, como não poderia deixar de ser. Não estão mais no auge, é verdade, mas agora encontraram fãs em vilarejos da Rússia e outros lugares remotos, diz o músico, graças à internet. Por isso, acabam fazendo shows em outros países (após o Brasil, farão a estreia na Argentina). Para "desculpar" a ausência, ele brinca que a banda é composta por ingleses que não estão acostumados com o tempo quente daqui. "E a língua de vocês é difícil", diz, para em seguida, aos risos, emendar em português claro mas com sotaque de Portugual: "da próxima vez vocês podem me entrevistar em português. Minha mulher é do Porto".

Vocalista do Iron Maiden lança empresa de aviação no Reino Unido

O vocalista do grupo Iron Maiden Bruce Dickinson vai diversificar seus negócios com uma companhia para fornecer serviços a empresas aéreas no Reino Unido, segundo informou nesta quarta-feira o jornal Daily Mail. A expectativa é de que a Cardiff Aviation Limited crie cerca de 1 mil novos empregos na região sul do País de Gales nos primeiros 18 meses de operação. Os primeiros clientes devem ser conhecidos até o final de maio, segundo afirmou Dickinson.
A empresa fará serviços de manutenção em aeronaves até o porte de um Boeing 767 e vai fornecer treinamento para suporte técnico, de acordo com a publicação. "Estamos negociando com grandes e pequenas companhias aéreas que se mostraram interessadas", disse o vocalista.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Noel Gallagher vem ao Brasil mostrar show solo pela 1ª vez

Noel Gallagher é um velho conhecido do público brasileiro: o (agora) cantor e guitarrista já esteve no país quatro vezes para shows de sua ex-banda, o Oasis. O show desta quarta-feira (2), em São Paulo, que será transmitido ao vivo pelo Terra, porém, é especial. Após lançar, em outubro do ano passado, o disco High Flying Birds, Noel vem ao País pela primeira vez com seu show solo, para não deixar dúvidas sobre qual a metade mais criativa da família Gallagher.
Mesmo antes de seu lançamento, High Flying Birds era cercado por grande expectativa e prometia ser um grande sucesso. Não deu outra: em menos de uma semana, o disco vendeu mais de 100 mil cópias e alcançou o topo das paradas britânicas. Além disso, Noel recebeu uma indicação ao Brit Awards deste ano como melhor artista solo masculino. Em 2012, a turnê do novo álbum viaja pelo mundo, com apresentações na Europa, Japão, América do Norte e América do Sul. Ao lado do irmão, Liam, Noel fundou, no início dos anos 90, o Oasis, que vendeu mais de 70 milhões de álbuns em todo o mundo. Ele escreveu todas as músicas do primeiro disco quase sem a ajuda dos outros integrantes. O grupo, que lançou oito álbuns de estúdio - contando a coletãnea de b-sides The Masterplan -, é considerado um dos melhores e mais bem sucedidos da década de 90 e 2000. Noel Gallagher anunciou sua saída do Oasis em 28 de agosto de 2009, devido a problemas de convivência com seu irmão, com quem sempre teve uma relação conflituosa. A separação aconteceu momentos antes da banda entrar no palco do festival Rock En Seine, em Paris, após uma briga no camarim em que Liam teria jogado uma guitarra contra o irmão. Cansado do temperamento do caçula, Noel saiu da banda. Liam se juntou aos outros integrantes do Oasis e formou o Beady Eye, que lançou um disco, Different Gear, Still Speeding, no início de 2011, e se apresentou no Planeta Terra do mesmo ano. Transmissão Noel Gallagher se apresenta no dia 2 de maio, em São Paulo, no Espaço das Américas, como parte do Live Music Rocks 2012, que terá transmissão ao vivo do Terra, pelo sistema live streaming, garantindo audiência via computadores, smartphones e tablets. Ele também se apresenta no dia 3 de maio, no Rio de Janeiro. A partir das 21h30, O Terra Live Music in Concert começa o aquecimento para o show também ao vivo. A apresentadora Lorena Calábria recebe o editor da Rolling Stone, Pablo Miyazawa, o apresentador e jornalista musical Fabio Massari e o fã responsável pelo site Oasis News, Allison Guimarães, para um bate-papo sobre a carreira do músico britânico: sua participação no Oasis, as polêmicas e, por fim, a carreira solo. A entrada de Noel Gallagher no palco está prevista para as 22h. O Live Music Rocks é produzido pela XYZ e trará ao Brasil nomes importantes da música internacional, em ao menos 10 edições este ano. A primeira aconteceu no dia 11 de março, com Morrissey e também foi transmitida pelo Terra. Serviço São Paulo 02 de maio Local: Espaço das Américas Preços: Pista Premium: R$ 340,00 Pista: R$ 180,00 Vendas: www.livepass.com.br Rio de Janeiro Data: 03 de maio de 2012 Local: VIVO RIO Preços: Pista Premium : R$300,00 Pista comum: R$200,00 Camarote A: R$300,00 Camarote B: R$280,00 Frisa: R$140,00 Vendas: www.ingressorapido.com.br Obs: Estudantes tem 50% de desconto

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Novo DVD do Mötley Crüe será lançado dia 5 de junho

Um novo DVD ao vivo do MÖTLEY CRÜE está a caminho! "Mötley Crüe – Kickstart Live 2011" foi gravado em vários lugares e shows pela América do Norte no ano passado. O DVD será lançado pela Showlight/IDS/Fontana North no dia 5 de junho. No mesmo dia, o Crüe começa uma nova turnê pela Europa, com um show em Moscou. Depois de seis semanas na Europa, o Crüe se une ao Kiss para uma turnê pelo verão (EUA), que começa no dia 20 de julho em Bristow, VA.
Confira o 'track list' do DVD: 01 – Wild Side 02 – Saints of Los Angeles 03 – Live Wire 04 – Shout at the Devil 1997 05 – Same Ol' Situation (S.O.S.) 06 – Primal Scream 07 – Home Sweet Home 08 – Don't Go Away Mad (Just Go Away) 09 – Drum Solo 10 – Guitar Solo 11 – Looks That Kill 12 – Dr. Feelgood 13 – Nikki Talks 14 – Too Young To Fall In Love 15 – Ten Seconds To Love 16 – Girls, Girls, Girls 17 – Smokin' In The Boys' Room 18 – Kickstart My Heart

Freddie Mercury encontra Wolverine em página de história em quadrinhos

O io9, blog de ficção científica, desenterrou uma página de quadrinhos com Wolverine e Freddie Mercury, vocalista do Queen. A página foi desenhada por um artista desconhecido para a Marvel Comics, em algum momento dos anos noventa, e mostra o anti-herói dos X-Men rondando pela floresta apenas para tropeçar no vocalista do Queen, que permanece parado em uma pose confiante.
A única fala da página é proferida por Wolverine: "Freddy [sic] Mercury?". Afinal, o que mais você diria se inesperadamente tropeçasse no vocalista do Queen alguns anos depois de sua morte? Além disso, obviamente, Wolverine deve estar se perguntando o que Mercury está fazendo em uma história em quadrinhos. A página tem circulado há algum tempo. Ainda em 2010, o ex-funcionário da Marvel Comics, Steve Bunche, a compartilhou em seu blog dizendo que enquanto a arte estava abaixo do padrão da editora de quadrinhos de super-heróis, ele admirava a imaginação do artista. "Sério, como pode alguém dar esse salto na lógica da narrativa que descreve a perseguição de Wolverine pela floresta para fazê-lo ficar cara a cara com Freddie Mercury sem razão aparente?", escreveu Bunche. "Isso, caros leitores, é um sinal de verdadeira criatividade.”

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Marillion: revelado nome do novo trabalho e shows no Brasil confirmados

Intitulado "Sounds That Can't Be Made", está na fase de overdubs e e criações de títulos para as músicas. A banda está muito entusiasmada com esse novo projeto: "Estamos planejando criar uma Edição Especial exclusiva de "Sounds That Can't Be Made" que disponibilizaremos como PRÉ-ENCOMENDA direta através de marillion.com."
A produtora Top Link patrocina a vinda da banda ao Brasil, no próximo mês de outubro. As primeiras datas confirmadas na América Latina são São Paulo e Rio de Janeiro e os ingressos já estão à venda pela Ingresso Rápido. 11/10 São Paulo no Hsbc Brasil
Tickets
 13/10 - Rio de Janeiro no Vivo Rio
Tickets 
http://www.ingressorapido.com.br Para saber mais informações sobre os shows: http://www.toplinkmusic.com Siga a Top Link Music no twitter @toplinkmusic e participe de nossas promoções.

Slash fala sobre apresentação dos integrantes do Guns N' Roses no Hall da Fama do Rock

Como a maioria dos fãs do Guns N’ Roses, Slash torceu para que a formação original da banda pudesse deixar suas diferenças de lado no início deste mês para a cerimônia de indicação ao Hall da Fama do Rock and Roll e para se apresentarem uma última vez. Desnecessário dizer que isso não ocorreu. Alguns dias após o evento, Slash correu para o telefone com o repórter Brian Hiatt, da Rolling Stone EUA, enquanto viajava de trem da Holanda para a França, para compartilhar seus sentimentos em relação à cerimônia. Você sequer considerou apenas não ir à cerimônia? O meu problema todo foi que eu, do fundo do meu coração, queria ter a banda original inteira se apresentando e realmente tocando, o que eu sabia que era pedir demais. Quando surgiu esse lance todo, era basicamente o que eu queria fazer. Ficou aparente que não ia acontecer. Foi como, “ah, porra”, e eu me desiludi com a parada toda, mas havia um comprometimento de que eu deveria ir, e eu achei que Axl ainda ia comparecer, e eu acreditei até o último minuto em que ouvi que ele não viria, então todos decidimos apenas seguir em frente e tocar, de qualquer forma. Mais cedo, quando tudo estava mais confuso do que o necessário, eu tenho de admitir, foi como: “ah, porra, eu não quero ir nisso se não vamos tocar”, apesar de nuncar ter dito: “eu não vou”. Mas ficou uma espécie de nuvem negra pairando por uns meses, ali. Antes de eu pensar que iríamos aparecer e não tocar, que era o que eu realmente estava disposto a fazer. Em que ponto você decidiu tocar? Foi literalmente dois dias antes da cerimônia. O dia em o comunicado de imprensa saiu e Axl disse que não ia comparecer, que recebemos os prêmios Golden Gods, e eu estava no vestiário em que Duff e eu conversamos. Nós dissemos: “Ok, vamos apenas nos juntar e tocar”, e Duff disse: “Nós devemos chamar Myles”. Eu estava conversando com ele sobre quem devia cantar, e eu achei que Duff mesmo poderia. Ele e Gilby. Mas Duff disse: “Que tal Myles?” Isso ainda não havia me ocorrido, realmente. Falei com Myles a respeito, ele estava apreensivo de se colocar naquela posição. De primeira, ele recusou, mas finalmente disse: “Ta, eu faço”. Nós nos juntamos e tocamos como em uma parte do ensaio que tínhamos feito uma noite antes e fizemos nosso papel. O que foi como uma parte do ensaio? Assisti-lo, não é tão diferente do Velvet Revolver, mas deu uma sensação muito diferente Eu não tocava com Gilby há muito tempo, e não tocava canções do Guns com Steven [Adler] em fodendo 18 anos ou coisa assim. Foi como uma linguagem estrangeira de início, o primeiro ao vivo, 10 minutos de qualquer músicas que tocássemos, levou um segundo e, em alguns minutos, tudo se encaixou. Foi legal, nos divertimos para caralho. Isso vinha pesando para Steven há um longo tempo, e ele disse que sente isso como o fim de um capítulo e que ele pode seguir em frente Sim, eu acho que isso serviu para todos nós. E eu não tenho ilusões ou desilusões do Guns se reunir novamente para nada. Eu posso ter tentado fazer isso acontecer uma vez, eu não tinha esperanças, eu não senti confiança de que ia acontecer, mas fazer esse show, e pelo evento em si, quando tudo já foi dito e feito, dá uma sensação de encerrar um livro nessa coisa toda. A outra maneira de ver isso é que, com Myles, você soou bem fazendo essas músicas. Isso pode significar algo Não, eu não acho que aconteceu assim. É uma ideia muito complicada em certo ponto, mas foi divertido de fazer. Foi, definitivamente, um momento especial para todos envolvidos, subir lá e tocar estas músicas. Eu não tinha certeza, você provavelmente ouviu isso um milhão de vezes, todo o conceito do Hall da Fama do Rock and Roll, foi como se houvesse muito sangue ruim entre nós nos últimos 25 anos, foi difícil apreciar. Foi difícil se empolgar com aquilo, mas uma vez que estávamos lá, foi muito, muito legal, e deu uma sensação de dever cumprido chegar naquele ponto.
Algumas pessoas diriam que você tocou tão bem porque era um “foda-se” para alguém que não estava lá, mas parece que isso veio de um lugar mais positivo... Sim, não tinha nada a ver com isso. Pode ter sido um misto, porque nós sentimos o senso de lealdade e o entusiasmo dos fãs. Estamos orgulhosos deste momento e estou conversando sobre legiões de fãs do Guns que estão realmente empolgados com a perspectiva de algo acontecer para que aceitássemos esse reconhecimento ou o que quer que seja. Eu sinto que essa foi realmente a cola que nos juntou para atravessarmos qualquer tipo de diferença e apenas subir lá. Foi um sentimento bom por todas estas razões. Não foi porque queríamos mostrar o dedo para qualquer pessoa ou ser vingativo de qualquer maneira. Foi uma homenagem aos fãs, a banda estar ali e aceitar esta honra. Você realmente sente que chegou em algum lugar, os discos que fizemos e toda essa coisa. Isso era o seu desejo desde o início, você mirava o sucesso, queria ser uma das maiores bandas de todos os tempos. Você não estava tentando ser parte de uma banda de cabeludos de metal Considerando tudo isso, sim, nós meio que nos tornamos essa porra toda. Nós sabíamos, acima de todas as outras figuras da época, que éramos a banda mais fudida de rock and roll por aí. Eu não sei se aspirávamos o Hall da Fama, isso foi anos depois. Um das grandes complicações sobre isso foi que me deu sentimentos mistos e como o Guns N’ Roses foi considerado e depois indicado, se um monte de bandas fodas não foram? Isso sempre foi um grande empecilhos, e acho que a única birra que eu tive. Como poderíamos ser melhores que uma banda como o Deep Purple? Qual é o critério para isso? Havia algo sobre o evento que me mudou quando eu vi os Blue Caps, os Crickets, os Fabulous Flames, os Comets e todos esses caras recebendo homenagens. Foi um momento forte para mim. Foi como: “nossa”, e todos eles já numa idade avançada – alguns em cadeiras de rodas, outros mortos – todos alinhados recebendo essa honra e reconhecimento. Aquilo mexeu com o meu coração. Apagou todas as perguntas que eu tinha. Foi como: “acho que todos recebem isso na hora certa”. Além disso e o fato de que Rod Stewart e seu vocalista não estavam lá, pareceu que o rock era maior do que os vocalistas naquela noite Considerando isso, muitas das bandas estavam incompletas, dos Beastie Boys ao Faces, e para nós, bem, foi muito interessante que isso tudo siga em frente sem arrependimentos. Já estamos no Hall, está acontecendo mesmo que nenhum de nós apareça. É maior do que qualquer um. Myles está na sua banda. Ele pode ir par ao Velvet Revolver ou isso é muito complicado? Inicialmente, Myles apareceu no Velvet Revolver algumas vezes. Uma em 2002 e outra em 2008. Pela primeira vez, nós mandamos a ele uma demo e nunca mais ouvimos falar dele até 2008, quando ele estava no Alter Bridge, e seria uma espécie de traição a ideia de ele ir tocar com o Velvet Revolver. Eu não o conhecia, mas o que admirei nele foi sua lealdade. Trabalhar comigo é um pouco mais flexível, nós conciliamos o lance do Alter Bridge, mas com o Velvet Revolver, é uma coisa ou outra. Ver você tocando essas músicas tão bem, dá a impressão de que você está retomando o direito sobre eles, lembrando que elas são por direito tão suas quanto do vocalista É, nunca foi uma questão em minha mente, porque eu sei quanto eu tinha a ver com essas músicas, então eu apenas as fiz. Foi realmente gratificante conhecer Myles, quando estava começando a reunir uma banda para meu primeiro disco solo, o último que eu fiz. Então ele veio bem no final e eu pensei: “Esse cara é incrível!”. Nós gravamos algumas músicas naquele disco, então pedi a ele para fazer a turnê, porque eu tinha esse sentimento de que ele podia lidar com a diversidade daquele material todo que eu ia tocar. Então aquilo se transformou numa turnê excelente, que alavancou um disco que acabamos de completar e sairá mês que vem.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Livro sobre disco dos Rolling Stones pode virar filme

O período que deu origem ao clássico disco Exile on Main St., dos Rolling Stones, deve virar filme de ficção. O longa será baseado no livro Uma Temporada no Inferno com os Rolling Stones: Exile on Main St., de Robert Greenfield. As informações são do site Deadline.
Assim como o livro, o filme irá retratar a temporada da banda na França e o conturbado relacionamento entre Mick Jagger e Keith Richards na época. Esse momento já havia sido abordado em um documentário dirigido por Stephen Kijak e lançado com uma edição especial de Exile on Main St. em 2010. No entanto, o novo longa-metragem será um drama com atores vivendo os músicos. Ainda não há informações sobre elenco, início das filmagens e data de lançamento.

Beach Boys mostram prévia da primeira música nova deles em duas décadas

O Beach Boys divulgou um trecho de "That's Why God Made the Radio", o primeiro single do álbum da banda, que chegará às prateleiras no meio do ano. O grupo se separou no fim da década de 90 e cada um passou a fazer turnês separadamente. Ocasionalmente, um envolvia o outro em algum processo judicial. No ano passado, eles resolveram colocar as disputas de lado e se reunir para uma turnê. Passaram os últimos meses em um estúdio de Los Angeles trabalhando em um novo disco. "É algo sentimental para mim", diz Brian Wilson. "Estamos juntos há 50 anos – isso é muito tempo". Mike Love acrescenta: "Conceitualmente, o disco não será nada fora dos nossos padrões ou bobo, como Smiley Smile. Será como Beach Boys por volta de 65. Estou tentando compor letras que se encaixem na música sem soar como se eu estivesse escrevendo em um hospício”. A turnê começou na noite da última terça, 24, em Tucson, Arizona, e chega ao New Orleans Jazz Fest neste fim de semana. Ouça o trecho de "That's Why God Made the Radio" abaixo:

Primeiro show dos Beatles nos Estados Unidos será exibido nos cinemas

O primeiro show completo dos Beatles nos Estados Unidos, no Washington Coliseum, em Washington, será exibido nos cinemas norte-americanos no mês que vem, segundo o site Deadline. The Beatles: The Lost Concert será exibido em algumas salas do país entre 17 e 22 de maio, com uma première especial no Ziegfeld Theater, em Nova York, no dia 6.
No filme, o show, que foi realizado em 11 de fevereiro de 1964, será precedido de um documentário sobre o início da Beatlemania nos Estados Unidos. Essa parte de Lost Concert contará com novas entrevistas com pessoas que estiveram no evento, jornalistas, historiadores e artistas como Steven Tyler e Joe Perry, do Aerosmith, Chuck Berry, Mark Ronson e os integrantes do Strokes Albert Hammond Jr. e Nick Valensi.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Abril Pro Rock tem noite dedicada ao metal

Os norte-americanos do Exodus encerraram a segunda noite do Abril Pro Rock, no último sábado, 21, no Chevrolet Hall. Os grandes destaques da noite, que contou com cerca de sete mil pessoas, foram o grupo paulista Ratos de Porão, liderado pelo vocalista João Gordo – que aproveitou para criticar a organização do Metal Open Air: “Tem que ir pra cadeia, fudeu com a história de 30 anos que nós fizemos com os gringos”, disse João – e os mexicanos do Brujeria, que se despediram com uma versão de “Macarena”, com o refrão substituído por “Hei, marijuana”.
Com letras em espanhol, rostos cobertos por máscaras e canções que passam por temas como satanismo, sexo e tráfico de drogas, os mexicanos levaram o público ao delírio. O Brujeria foge dos clichês do gênero: o show não é, em nenhum momento, marcado pela agressividade ou pela violência. Embora com peso e vocais intensos, as canções demonstram certa cadência. E a interação com a platéia é facilitada pela proximidade da língua. “Como vão ustedes cabrones loucos do Brasil?”, perguntou o vocalista El Brujo. Em “Vayan sin Miedo” ocorre o único stage dive do show, enquanto “Brujerizmo” é o momento mais marcante da apresentação. “Revolución” é outro destaque, canção de forte cunho social que contagia os presentes. A apresentação contou ainda com músicas como “Matando Güeros”, “Marcha de Odia”, “Anti Castro”, “El Desmadre” e “Angel de la Frontera” O Ratos de Porão entregou o que seu público já está acostumado. Aliás, o público é parte fundamental para a construção de um show da turma liderada por João Gordo: a plateia canta todas as músicas, até mesmo as mais obscuras e fica a sensação de que poucas bandas conseguem atingir três décadas de carreiras de forma tão sólida como o Ratos de Porão. Já o Exodus, formado em 1980 e liderado por Gary Holt (guitarra) – o grupo conta ainda com Rob Dukes (vocais), Lee Altus (guitarra), Jack Gibson (baixo) e Tom Hunting (bateria) – equilibrou seu repertório entre clássicos e canções mais recentes. Mas apesar da competência, boa parte do público já se mostrava desinteressado. O Abril Pro Rock continua neste domingo, 22, em sua última noite, que conta com nomes como Nada Surf, Antibalas, Otto e Mundo Livre SA.

Público fica sem eletricidade e comida após cancelamento do Metal Open Air

De acordo com reportagem no Bom Dia Brasil, a situação só piorou para o público que estava no Metal Open Air em São Luís, no Maranhão após o cancelamento oficial do festival no último domingo, 22. Com o fim das atividades, foi cortada a energia elétrica e a estrutura foi desmontada, de forma que não havia nem comida mais.
Muita gente era de fora da cidade e tinha que aguardar o horário de partida de seus meios de transporte. No escuro o público reclamou da falta de segurança. Quem deixou o local do evento, foi ao aeroporto dormir no chão. O cancelamento Após a maior parte das bandas não ter subido ao palco, o Metal Open Air anunciou na manhã do último domingo, 22, seu cancelamento. Desde a última quinta, 19, o evento enfrentou diversos problemas, todos baseados em falta de dinheiro. As passagens dos músicos não foram pagas, o público contava com estrutura precária e sem higiene para acampar, os equipamentos de som não foram pagos e, desta forma, muitas bandas se recusaram a ir até lá ou a subir ao palco. Anunciado como o maior evento de metal da América Latina, o MOA deveria ter tido shows grandes, como de Anthrax, Blind Guardian, Ratos de Porão e o Rock N' Roll All Stars, supergrupo liderado por Gene Simmons, que teria Charlie Sheen como mestre de cerimônias. Das 47 bandas anunciadas, apenas 13 fizeram shows, sendo que a única das atrações principais a se apresentar foi o Megadeth (foto).

terça-feira, 17 de abril de 2012

Beavis and Butt-Head volta direto dos anos 90

Nesta terça, 17, a MTV Brasil volta a exibir Beavis and Butt-Head. O desenho voltou à TV norte-americana em outubro do ano passado, com episódios inéditos que agora chegam por aqui. Leia abaixo a matéria publicada na edição 63/dezembro/2011, na Rolling Stone Brasil.

Um calvo multimilionário de 49 anos, de jeans, vai até o microfone e libera o inarticulado adolescente à espreita dentro dele: “Uh-huh. Whoa! Uh-huh. Huh-huh-huh”. Esse é Mike Judge, criador do lendário desenho animado Beavis and Butt-Head, evocando a presença de Butt-Head para uma chamada do programa do apresentador Jimmy Kimmel. “Você é uma droga, Kimmel!”, Judge berra, usando a voz de Butt-Head. Ele tenta a frase mais algumas vezes e então muda para: “Kimmel, você é uma droga!” Judge balança a cabeça em desaprovação. “Por algum motivo isso não parece algo que alguém gritaria para a TV.” Ninguém discorda: Judge pode muito bem ser considerado a maior autoridade dos Estados Unidos quando se trata de gritar com a própria TV.

Beavis and Butt-Head foi ao ar originalmente na MTV norte-americana de 1993 a 1997, período no qual se tornou o programa com maior audiência da rede, foi alvo de um debate no congresso e apareceu na capa da Rolling Stone EUA três vezes. O desenho mostrava dois adolescentes idiotas e obcecados por heavy metal e mulheres gostosas. A melhor parte era quando a dupla se sentava em seu sofá esfarrapado, discutindo e deturpando os clipes a que assistiam (Butt-Head falando sobre vídeos que exibem mensagens em texto: “Se eu quisesse ler, teria ido para a escola”).

Judge, que dublava boa parte dos personagens e improvisava muito dos comentários sobre os clipes, estava esgotado quando a série terminou. “O desenho ia ao ar toda noite, o tempo que fosse possível sem ter de fazer uma pausa na produção”, relembra. Assim, depois de fazer o longa-metragem Beavis e Butt-Head Detonam a América, sucesso em 1996, Judge negociou sua liberação da última temporada do programa, mudou-se de volta para Austin, criou a série King of the Hill (O Rei do Pedaço) , que teve 13 temporadas na Fox, e escreveu e dirigiu a comédia cult Como Enlouquecer Seu Chefe (1999). Seu currículo também conta com alguns projetos fracassados, como Idiocracy, filme de 2006. Sentado em uma ilha de edição em Burbank (Califórnia) bebendo uma Dr. Pepper Diet, Judge diz que não consegue distinguir sucessos de fracassos durante a produção: “Quase sempre sinto como se tivesse feito algo horrível”.

De acordo com a MTV Brasil, o público brasileiro não terá de esperar muito para assistir à nova temporada. “Acabamos de comprar os direitos e vamos começar a exibir em janeiro, possivelmente”, falou o diretor de programação do canal, Zico Góes, à Rolling Stone Brasil. “Será legendado, como sempre.” Quanto aos episódios antigos, Góes revela que não há possibilidade alguma de reprises. “Ninguém pode usar mais, por questões de direito autoral. Nem mesmo os gringos. É uma pena, pois são clássicos e seria sensacional.”

Refletindo sobre a influência de Beavis and Butt-Head no canal, Góes crê que o núcleo de humor dos primórdios da MTV Brasil se desenvolveu graças à animação. “Boa parte das coisas que o [ex-VJ] João Gordo fazia eram muito parecidas com o que o Beavis é, na essência”, reflete. “Foi o jeito que a MTV americana inventou para poder meter o pau em videoclipe e fazer uma graça. A gente acabou fazendo isso com o próprio Gordo e o Marcos Mion, no Piores Clipes do Mundo. Eu acho que a sacanagem que Beavis and Butt-Head propõe é tão universal quanto atemporal. Tem uma graça ali com a qual esse novo público [da MTV atual] vai se identificar.”

Depois de um hiato de 14 anos, Judge consegue apreciar melhor Beavis and Butt-Head. “Os personagens se destacam”, analisa. “De algum modo, você consegue tirar mais deles do que colocou na elaboração.” Quando a MTV propôs que ele revivesse o show, Judge concordou, trazendo os rapazes de volta com suas visões inalteradas sobre o mundo. “Houve uma decisão consciente de que ninguém ali devia crescer ou aprender muito”, ele diz. Beavis e Butt-Head ainda vestem suas camisas do Metallica e do AC/DC, embora tenha sido necessário pedir a permissão das bandas desta vez.


A maior mudança aconteceu nos vídeos que a dupla avalia com seus comentários de “isso é foda” ou “isso é uma droga”: agora, em grande parte, são trechos de reality shows como Jersey Shore e Teen Mom. A alteração não se deve às mudanças culturais do mundo do entretenimento, mas por conta de que agora é preciso conseguir permissão prévia para avacalhar um clipe musical. “Antes podíamos fazer o que quiséssemos”, explica Judge, suspirando. “Agora temos de conseguir permissão legal para tudo. Íamos usar um clipe do Kanye West – ele queria, inclusive. Aí alguém que é dono de, tipo, 6% da composição disse ‘não’.”

Questionado se com o passar dos anos sua simpatia mudou de foco, saindo dos protagonistas adolescentes para os adultos cuja vida os dois tornam miserável, Judge sorri. “Quando o programa começou, eu já estava beirando os 30, considerando a ideia de dar aula como professor de matemática”, ele conta. “Por isso, desde o início eu simpatizava com os professores. Mas lembro-me de querer ensinar em uma faculdade pública, porque no ensino médio você precisa lidar com os piores idiotinhas.”

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Ícones do metal progressivo, Queensrÿche e Fates Warning se apresentaram em São Paulo

No último sábado, 14, São Paulo presenciou uma festa do metal progressivo. Afinal, se apresentaram duas das principais bandas norte-americanas que ajudaram a criar e/ou popularizar o gênero, mesmo que com diferenças essenciais em seus estilos: Queensrÿche, que gozou de algum sucesso comercial nos anos 90, e Fates Warning, supercultuado pelos fãs do gênero e desconhecido pelo grande público, ambas comemorando 30 anos de existência.


Fates Warning

O Fates Warning, embora tenha chegado como “convidada especial”, foi, com certeza, o grande destaque da noite. Tocando pela primeira vez no Brasil, a banda do líder e guitarrista Jim Matheos tinha a presença especial de outra celebridade do rock progressivo na bateria, o hiperativo e ex-Dream Theater Mike Portnoy.

Com a introdução instrumental dramática “Disconnected Part 1”, com “One” na sequência, a banda começou seu set com um estilo que simboliza bem a fase mais recente e original de sua carreira (evidenciada em “A Pleasant Shade of Grey”). Riffs tocados em uníssono, compassos estranhos, poucos solos de guitarra e o vocal melódico, distinguível e em registro médio de Ray Alder. Na sequência, foi tocada “Life In Still Water”, uma das muitas músicas tocadas que saíram do disco Parallels, de uma época em que a banda passava por um momento de transição e se distanciava de seu passado mais voltado para o metal tradicional. Sempre que executavam músicas desse disco eram ovacionados pelo público, diga-se de passagem.

Portanto, quem estava lá disposto a ver um rock progressivo pesado, como na climática e depois supergroovy “Heal Me”, se deliciou ao longo do restante do set: o som na casa estava em alta qualidade, o setlist foi direcionado para essa faceta mais progressiva da banda e ela se encontrava muito bem sintonizada e unida (mesmo quando o baterista convidado errou o final complicado de “A Pleasant Shade Of Grey Part XI” e todos foram consolá-lo).

Queensrÿche

Devido a esta turnê de 30 anos, o Queensrÿche tocou no último sábado, 14, em sua quarta passagem pelo Brasil, músicas de todas as fases de sua carreira, que mostrou-se ter sido voltada a um caráter de hard rock oitentista e heavy metal com pitadas de rock progressivo. Ironicamente, eles começaram o set com a música intitulada “Get Started”, de seu último álbum, antes de começar seu apanhado geral de músicas, todas muito bem recebidas pelo público, que majoritariamente estava lá para assisti-los

Era notável a segurança demonstrada pelo vocalista e líder Geoff Tate em sua postura no palco. Com longa experiência provinda de anos de estrada e até de tocar em estádios nos tempos áureos, apresentar-se em uma casa de espetáculos média não deve ter sido uma tarefa difícil. À medida que o show foi chegando ao final, o público cada vez mais participou e cantou junto, notavelmente quando vieram canções dos primeiros discos da banda, como “Lady Wore Black” e “Walk In The Shadows”.

Na fase final, para conquistar mesmo o público, nada teria sido melhor mesmo do que executar o grande e belo hit pop “Silent Lucidity”, de 1990 (mas que fez sucesso em 1991), em uma época em que não se acendem mais isqueiros para acompanhar as músicas lentas em shows.

Após terem o refrão de “Take Hold of The Flame” cantado em uníssono, eles terminaram o set normal e retornaram ao bis com músicas de Empire e Operation: Mindcrime, justamente do período em que mais tiveram sucesso comercial.

Setlist do Fates Warning:

"Disconnected, Part 1"
"One"
"Life in Still Water"
"A Pleasant Shade of Gray, Part III"
"Down to the Wire"
"Heal Me"
"Pieces of Me"
"Another Perfect Day"
"The Ivory Gate of Dreams: IV. Quietus"
"A Pleasant Shade of Gray, Part XI"
"The Eleventh Hour"
"Point of View"
"Through Different Eyes"

Bis:
"Eye to Eye"
"Monument"

Setlist do Queensrÿche:
"Get Started"
"Damaged"
"I Don't Believe in Love"
"Hit the Black"
"I'm American"
"My Empty Room"/"At 30,000 ft."
"Desert Dance"
"Real World"
"NM 156"
"Screaming in Digital"
"The Lady Wore Black"
"Walk in the Shadows"
"The Right Side of My Mind"
"Silent Lucidity"
"Take Hold of the Flame"

Bis:
"Jet City Woman"
"Empire"
"Eyes of a Stranger"/"Anarchy-X"

Guns N' Roses e Red Hot Chili Peppers levam mágica à cerimônia do Hall da Fama do Rock

Entrando no Auditório Público de Cleveland, Ohio, para a 27ª cerimônia de introdução ao Hall da Fama do Rock, no último sábado, 14, foi difícil não pensar no Titanic batendo em um iceberg nesse mesmo dia, há cem anos. Nos dias anteriores, Axl Rose e Rod Stewart, duas das maiores estrelas deste ano, disseram que não estariam presentes, tornando uma reunião completa tanto do Faces, quanto do Guns N' Roses, impossível. O guitarrista do Red Hot Chili Peppers John Frusciante optou por não ir e o Beastie Boy Adam Yauch ficou em casa, já que continua se recuperando do câncer.

Daria para se pensar que essas ausências afundariam a cerimônia no fundo do Oceano Atlântico, mas acabou que elas não importaram muito. Aliás, foi uma das melhores cerimônias dos últimos tempos. "Não sei se importa quem está aqui hoje porque o importante é a música que essas bandas tocaram", disse o baixista do Guns N' Roses Duff McKagan durante o discurso dele. Minutos depois de falar isso, McKagan atravessou o palco para trocar três músicas explosivas do Guns N' Roses ao lado de Slash, o guitarrista Gilby Clarke, o vocalista do Alter Bridge Myles Kennedy e os bateristas Matt Sorum e Steven Adler.

Os fãs gritaram “foda-se o Axl" ao longo de boa parte da noite, mas na hora que o grupo começou a executar "Mr. Brownstone", a decisão de Rose e de Izzy Stradlin de não comparecer foi totalmente esquecida e esse line-up reunido pela primeira vez na ocasião provou que conseguia dar vida novamente ao espírito GNR. Adler estava sorrindo de orelha a orelha durante "Sweet Child O' Mine", tocada com notas perfeitas, e o final com "Paradise City" tinha quase todo mundo na plateia gritando a plenos pulmões. Um cantor poderoso, Kennedy alcançou cada nota patenteada por Axl perfeitamente.

O Faces também encarou o desafio de estar sem seu vocalista principal, escalando Mick Hucknall, do Simply Red, para preencher a vaga. Ele fez muitos shows com o grupo nos últimos anos e soa exatamente como um Rod Stewart do início da década de 70. "Ooh La La" foi bem divertida, mas eles destruíram mesmo com "Stay With Me". Ron Wood tocou guitarra com paixão e quase como se estivesse tentando provar a Mick e Keith que está em forma para uma turnê dos Rolling Stones. Ian McLagan demonstrou que ainda é um dos maiores tecladistas do rock and roll e o baterista Kenny Jones ainda tem o talento que lhe deu o emprego de Keith Moon no fim dos anos 70. E fica a esperança de que um dia Rod tome juízo e concorde em fazer uma turnê com esses caras.

O Beastie Boys não tinha nenhuma intenção de se apresentar sem Adam Yauch, então o Roots, junto a Kid Rock e Travie McCoy, do Gym Class Heroes, fizeram um medley incrível de clássicos do Beastie, incluindo “Sabotage" e "So What'cha Want". Rock, Black Thought e McCoy estavam usando abrigos verdes e idênticos da Adidas e fizeram um ótimo trabalho em canalizar a energia e o espírito do trio revolucionário.

A noite começou com uma performance surpresa do Green Day, que fez uma rendição bombástica de "Letterbomb", lado b do disco American Idiot. Poucos na plateia pareciam conhecer a música, mas Billie Joe Armstrong conseguiu segurar o ambiente como um profissional e deixou todo mundo empolgado para a longa noite de música e discursos que viria pela frente. Conforme é tradição, o cofundador do Hall da Fama do Rock Jann Wenner falou ao público logo no início. "Eu acredito na mágica do rock and roll", ele disse. "Essa mágica pode te dar liberdade. Senhoras e senhores, esta noite vocês entraram em um lugar onde a mágica acontece."

Billy Gibbons e Dusty Hill, do ZZ Top, fizeram o primeiro discurso de apresentação da noite, homenageando o falecido guitarrista do blues Freddie King. A filha de King, Wanda, falou carinhosamente sobre o pai. "Ele inspirou tantos artistas jovens do blues. Lembro de ir a um show quando tinha 14 anos e conhecer Stevie Ray Vaughan pela primeira vez. Ele disse ao meu pai ‘como posso tocar blues como você?’ E meu pai disse ‘se você não sentir o blues, nunca vai poder tocar o blues'."

Após uma eletrizante batalha de blues na guitarra entre Gibbons, Joe Bonamassa e Derek Trucks com as músicas de King "Hideaway" e "Going Down", John Mellencamp subiu ao palco para introduzir Donovan. "Ele foi minha inspiração”, Mellencamp disse. "Eu não simplesmente ouvia Donovan. Eu vivia Donovan, o que quer dizer que roubava tudo de Donovan. Outros artistas – e vocês sabem quem são – chamavam isso de estar inspirado." Donovan leu um curto poema e depois tocou "Catch the Wind" e "Sunshine Superman" antes de fazer um dueto com Mellencamp em "Season of the Witch".

Bette Midler caiu no choro perto do fim do discurso dela sobre Laura Nyro, que morreu de câncer no ovário em 1997. "Em um mundo cheio de imitadores dizendo 'finja até que chegue lá’, ela era completamente original", disse Midler. "Ela estava em uma categoria própria. Quando você coloca um disco dela, parece que foi feito ontem. Ela incorporava tudo que a gente gostaria de ser, se tivéssemos coragem… era um enfeite na Terra. Estamos todos muito satisfeitos de ver esse dia chegar finalmente." Sara Bareilles homenageou Nyro com uma bela versão de “Stoney End" feita ao piano.

Muitos artistas não-performáticos também foram homenageados durante a cerimônia. Carole King introduziu Don Kirshner, que foi chefe e mentor dela durante o período em que foi compositora do Brill Building, no fim da década de 50 e início da de 60. Darlene Love fez tributo ao executivo da indústria com uma versão extremamente poderosa de "Will You Still Love Me Tomorrow", que ela cantou ao lado de Paul Shaffer e a CBS Orchestra. Mais tarde, Robbie Robertson apresentou o Prêmio de Excelência Musical a Cosimo Matassa, Glyn Jones e Tom Dowd.

No meio da noite, o Hall da Fama se redimiu por algumas pessoas que deixou escapar de suas listas, de forma que Smokey Robinson introduziu The Blue Caps (que acompanhava Gene Vincent), The Comets (Bill Haley), The Crickets (Buddy Holly), The Famous Flames (James Brown), The Midnighters (Hank Ballard) e The Miracles, que acompanhava Robinson nas primeiras duas décadas da carreira dele. Os integrantes sobreviventes dos seis grupos subiram ao palco juntos e foi muito comovente ver esses músicos que foram ignorados no passado finalmente ganharem o crédito que merecem pelo grande papel deles na história do rock.

O frontman do Public Enemy Chuck D e LL Cool J se uniram para introduzir o Beastie Boys. "Eles ainda são a maiores atração ao vivo que existe”, disse Chuck D. "Eles desafiaram as convenções na indústria musical e fizeram suas próprias regras sobre o que é ser um cara do hip hop reconhecido mundialmente... eles sempre insistiram em amadurecer como músicos e seres humanos." LL Cool J disse que deve sua carreira toda aos Beasties. "Eu não estaria aqui hoje sem eles”, afirmou. "O Beastie Boys tocou minha demo para Rick Rubin no quarto dele na NYU. Muita gente não sabe disso."
Adam Horowitz leu para o público uma carta de Yauch. "Gostaria de dedicar isso aos meus irmãos Adam e Mike", escreveu. "Eles rodaram o mundo todo comigo. É também para qualquer um que tenha sido tocado alguma vez pela nossa banda. Essa homenagem é tanto nossa quanto de vocês."

O Green Day pareceu a princípio ser uma escolha inusitada para introduzir o Guns N' Roses, mas Billie Joe Armstong falou de forma bastante eloquente sobre o grupo. "Appetite For Destruction é o maior disco de estreia de todos os tempos. Cada faixa bate com força em todos os níveis de emoção e te levam em uma jornada através do submundo de Los Angeles, em uma sequência brutal. A coisa que os destacou em relação a todo o resto foi coragem, coração e alma. Mais importante ainda, eles falavam a verdade."

Nenhum integrante do Guns N' Roses mencionou Axl Rose pelo nome em seu discurso. Matt Sorum brincou com Steven Adler por ele, de alguma forma, conseguido ter sido demitido do Guns N' Roses por causa de vício em drogas e Adler fez um discurso surpreendentemente curto que culminou com ele citando "We Are the Champions", do Queen. Slash admitiu que todo o drama que antecedeu a cerimônia quase fez com que ele desistisse de ir, mas que sua esposa acabou por convencê-lo. O tecladista Dizzy Reed e o guitarrista Izzy Stradlin optaram por não ir.

Era mais ou menos 0h30 quando Chris Rock subiu ao pódio para introduzir o Red Hot Chili Peppers. "Muita gente está chateada porque Axl não veio hoje. Mas vamos encarar os fatos. Mesmo que ele viesse hoje, não estaria mais aqui a esta altura. Onde está Axl?". Ele explicou que a primeira vez que viu o Red Hot Chili Peppers foi quando tentou ver o Grandmaster Flash na Filadélfia, mas entrou na casa noturna errada. "Eu e meu amigos ficamos pensando ‘que merda é essa? Tem muita gente branca aqui'", disse Rock. "Eles começaram e eu não entendia uma palavra do que falavam e eles estavam usando uma meia no pinto! Eu nunca tinha ido em um show de brancos antes então achei que todos eles fizessem isso. Anos mais tarde, eles são um dos maiores grupos do mundo e estão sendo introduzidos ao Hall da Fama do Rock. Eles estão usando gravatas no pinto hoje."


John Frusciante pode ter ficado em casa, mas os ex-bateristas Jack Irons e Cliff Martinez estavam lá. À 01h, o grupo, com três bateristas, fez um set de três músicas com "By the Way", "The Adventures of Rain Dance Maggie" e "Give It Away". "Eu não toco com Cliff faz 25 anos!", Flea disse para a multidão. “Ele é um homem lindo.”

No fim de "Give It Away", Anthony Kiedis convidou todo mundo para subir ao palco. Slash, Ron Wood, Billie Joe Armstrong, Kenny Jones e até George Clinton, que estava na plateia, se apertaram para um final eufórico com "Higher Ground", de Stevie Wonder. De uma maneira típica do Hall da Fama, a jam foi completamente caótica, mas todo mundo parecia estar se divertindo muito. O show de cinco horas e meia terminou à 01h30, conforme as pessoas vazavam pelas ruas de Cleveland procurando seus carros ou alguma festa – e ninguém estava falando de Axl Rose. Acabou que as pessoas nem precisavam dele.