MARIANA GHORAYEB
OSMAR PORTILHO
TIAGO AGOSTINI
RENATO BEOLCHI
Direto de São Paulo
Quando Perry Farrell, líder do Jane's Addiction, idealizou um festival de rock no início dos anos 90 provavelmente não imaginou que seus shows atravessariam o hemisfério. Mas foi isso que aconteceu duas décadas depois. Após nascer como um evento itinerário e se estabelecer em Chicago, o Lollapalooza ganhou uma edição em Santiago. Em 2012, a capital chilena novamente foi palco das atrações, assim como o Brasil, que teve sua estreia do evento no Jockey Club, em São Paulo. Nos moldes similares ao embrião de Chicago, o festival aconteceu com cenário urbano cravado em grandes capitais para facilitar o acesso do público - o que não aconteceu na capital paulista.
Fugindo dos festivais tradicionais do segundo semestre, o Lollapalooza aconteceu nos dias 7 e 8 de abril, levando cerca de 130 mil pessoas para ver 50 atrações. O roteiro de shows ganhou alguns nomes já conhecidos, como Gogol Bordello, MGMT e o próprio Jane's Addiction. Por outro lado, também trouxe boas surpresas como Cage the Elephant, Band of Horses, Manchester Orchestrar e o maior trunfo: Foo Fighters. Conduzidos por Dave Grohl, que cada vez mais consolida a imagem de "cara mais legal do rock", os músicos norte-americanos fizeram o maior show do festival. Com 2h30 de duração passearam por sucessos como All My Life, Best of You, Times Like These, My Hero, Monkey Wrench e Everlong.
Com uma atração tão "grande" no primeiro dia, o line up se deu ao luxo de segurar parte das atrações equivalentes para o seu encerramento. No sábado, boas surpresas incendiaram o público, como o explosivo show da banda Cage the Elephant. Já no domingo, a escalação dos grupos se mostrou mais homogênea e reservou momentos diferentes ao longo do dia, que contou com a festa do Gogol Bordello, o groove do Thievery Corporation e os sucessos do Arctic Monkeys.
Embora tenha conquistado o público com shows de qualidade e boas apresentações de grupos estreantes no Brasil, o Lollapalooza sofreu com sua estrutura quando o assunto foi serviços (comida e banheiros), transporte, trânsito e som encavalado entre os palcos principais e a tenda eletrônica.
Confira os altos e baixos do Lollapalooza Brasil
Som
Alguns acertos e alguns erros. O palco Cidade Jardim se mostrou bem localizado, principalmente durante o show do Foo Fighters. Com boas áreas laterais supriu a necessidade de um grande público, mesmo com a visão prejudicada a longa distância.
Por outro lado, o palco Alternativo e o palco Butantã sofreram. O primeiro teve seu som prejudicado pelo Cidade Jardim. O segundo teve seu som arruinado pela tenda eletrônica, cujas batidas vazavam para todos que estavam na parte final da pista.
Brasileiros
A escalação de bandas brasileiras - fato que gerou certa polêmica no anúncio do festival - funcionou com diversos nomes que tocaram durante o dia. Wander Wildner, que abriu o palco Butantã no sábado, ganhou a plateia com seu carisma e hits como Bebendo Vinho e Amigo Punk. Com sucessos de sobra na bagagem, O Rappa também não teve problemas para enfrentar a massa de fãs. Me Deixa e A Minha Alma foram hits certeiros.
Já no domingo, os baianos do Cascadura tiveram que se contentar com um show apenas morno na abertura do palco Butantã. Do outro lado da arena, a Plebe Rude resgatou sucessos do rock brasileiro e ganhou seu fãs com hits como Até Quando Esperar?.
Disputando horário com os ingleses do Friendly Fires, os goianos do Black Drawing Chalks conquistaram quem prefere rock pesado e lotou o Palco Alternativo no meio da tarde de domingo. Entre as faixas que fizeram a plateia pular estavam My Favourite Way, Big Deal, My Radio e as novas Street Rider e Cut Myself in Two.
Transporte
Um dos maiores trunfos das edições em Chicago e Santiago do Lollapalooza é o transporte. Cravados nas proximidades de grandes centros, os festivais ficam em rotas de ônibus, metrôs e transporte público em geral. No Brasil, essa funcionalidade caiu para quase zero.
Mesmo com a chegada tranquila ao Jockey Club, em São Paulo, a saída se tornou caótica. A cena vista em outros grandes festivais se repetiu: taxistas cobrando preços abusivos - até R$ 100 por corridas que não passariam de R$ 20 -, poucos ônibus, carros de sobra, trânsito e pedestres se arriscando entre veículos. Na Marginal Pinheiros, que não possui calçada e nem acostamento, era possível ver grupo de pessoas andando na escuridão se arriscando entre os carros.
Pontualidade
Nova "tendência" - que deveria ser regra - dos festivais, a pontualidade se fez presente no Lollapalooza. Shows aconteceram na hora e respeitaram sua duração, mesmo com algumas músicas cortadas, fato que aconteceu com Wander Wildner que deixou o palco antes de seu término.
Sol
O sol castigou o público no primeiro e no segundo dia. Temperaturas que passaram dos 30°C "torraram" o público. Sem qualquer sombra de refúgio, os fãs de música se empilharam atrás de estruturas ou se esconderam sob cangas, blusas e toalhas para tentar minimizar o calor.
Serviços
Outro ponto já tradicional dos grandes eventos também não mudou de figura. Filas quilométricas para se comprar um hambúrguer industrializado com preço exagerado (R$ 8) e reclamações de filas nos banheiros sujos também não faltaram.
segunda-feira, 9 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
Próximo disco de John Fogerty contará com colaboração do Foo Fighters
John Fogerty, ex-líder da banda Creedence Clearwater Revival, contará com a colaboração de diversos artistas em seu próximo disco, Wrote a Song for Everyone. O trabalho terá hits da carreira de Forgety e canções inéditas. As informações são do site da edição norte-americana da revista Billboard.
O álbum contará com a participação do Foo Fighters em "Fortunate Son" e do cantor Bob Seger em "Who'll Stop the Rain". Outros nomes que devem colaborar com Fogerty são Keith Urban, Miranda Lambert e o cantor country Alan Jackson. A lista de músicas será anunciada em breve. O último trabalho solo de Fogerty foi The Blue Ridge Rangers Ride Again, lançado em 2009.
O álbum contará com a participação do Foo Fighters em "Fortunate Son" e do cantor Bob Seger em "Who'll Stop the Rain". Outros nomes que devem colaborar com Fogerty são Keith Urban, Miranda Lambert e o cantor country Alan Jackson. A lista de músicas será anunciada em breve. O último trabalho solo de Fogerty foi The Blue Ridge Rangers Ride Again, lançado em 2009.
"Vocês estão prontos", pergunta Foo Fighters a brasileiros no Facebook
Onze anos após se apresentar no Brasil, no Rock in Rio 3, o Foo Fighters parece estar ansioso por sua volta ao País. Em sua página oficial no Facebook - que está com uma bandeira do Brasil como imagem do perfil - a banda escreveu uma mensagem aos fãs. "Olá Brasil. Finalmente, falta apenas um dia para nos encontrarmos. Vocês estão prontos?"
A banda é a principal atração do primeiro dia de shows do Lollapalooza, festival que acontece neste sábado (7) e domingo (8), no Jockey Club, em São Paulo. Além do Foo Fighters, também tocam no festival Arctic Monkeys, Racionais MCs, Jane's Addiction, Joan Jett, Plebe Rude, TV On The Radio, entre outros.
vc repórter
Vai curtir os shows do Lollapalooza? Envie fotos de bastidores, curiosidades ou flagras para o vc repórter e participe do canal de jornalismo colaborativo do Terra.
A banda é a principal atração do primeiro dia de shows do Lollapalooza, festival que acontece neste sábado (7) e domingo (8), no Jockey Club, em São Paulo. Além do Foo Fighters, também tocam no festival Arctic Monkeys, Racionais MCs, Jane's Addiction, Joan Jett, Plebe Rude, TV On The Radio, entre outros.
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quinta-feira, 5 de abril de 2012
Novo álbum do Pearl Jam deve sair em 2013
O novo álbum do Pearl Jam deve ser lançado em 2013. Segundo o guitarrista Stone Gossard, a banda continua em processo de gravação com o produtor Brendan O’Brien. As informações são do site da edição norte-americana da revista Billboard.
"Ainda é muito cedo para dizer o que vai sair, mas nós gravamos algumas músicas ótimas e escrevemos mais algumas. Vamos fazer mais algumas gravações nos próximos três ou quatro meses e o mais provável é que o disco saia no ano que vem", disse Stone.
Recentemente Gossard havia comentado sobre a possibilidade de o Pearl Jam seguir uma linha mais experimental em seu próximo trabalho. No entanto, desta vez o guitarrista evitou entrar em mais detalhes. “Eu não gosto muito de falar sobre isso antes de ficar pronto, porque as coisas têm a tendência de mudar. Estamos apenas no meio do processo, nos divertindo muito e mais empolgados do que nunca em criar novas músicas".
"Ainda é muito cedo para dizer o que vai sair, mas nós gravamos algumas músicas ótimas e escrevemos mais algumas. Vamos fazer mais algumas gravações nos próximos três ou quatro meses e o mais provável é que o disco saia no ano que vem", disse Stone.
Recentemente Gossard havia comentado sobre a possibilidade de o Pearl Jam seguir uma linha mais experimental em seu próximo trabalho. No entanto, desta vez o guitarrista evitou entrar em mais detalhes. “Eu não gosto muito de falar sobre isso antes de ficar pronto, porque as coisas têm a tendência de mudar. Estamos apenas no meio do processo, nos divertindo muito e mais empolgados do que nunca em criar novas músicas".
Produtora brasileira levará álbum de Bob Dylan aos cinemas
Os direitos de filmagem de Blood on the tracks, álbum clássico de Bob Dylan lançado em 1975, foram adquiridos pela produtora brasileira RT Features, que anunciou nesta quarta, 4, a intenção de produzir um filme em inglês baseado no álbum, que inclui canções como "Simple Twist of Fate" e "Tangled Up in Blue".
"Como admiradores de longa data de um dos maiores álbuns da história da música, nos sentimos privilegiados por estar fazendo este filme", disse Rodrigo Teixeira, executivo da RT Features por meio de um comunicado. "Nosso objetivo é trabalhar com um cineasta que possa criar um drama clássico com personagens e atmosfera que capturem os sentimentos que o álbum inspira em seus fãs."
A produtora não revelou nenhum detalhe sobre o processo de produção e início das gravações.
"Como admiradores de longa data de um dos maiores álbuns da história da música, nos sentimos privilegiados por estar fazendo este filme", disse Rodrigo Teixeira, executivo da RT Features por meio de um comunicado. "Nosso objetivo é trabalhar com um cineasta que possa criar um drama clássico com personagens e atmosfera que capturem os sentimentos que o álbum inspira em seus fãs."
A produtora não revelou nenhum detalhe sobre o processo de produção e início das gravações.
De volta ao Brasil, pressão de fechar o Lolla não assusta Arctic Monkeys
Cinco anos após a sua primeira (e única) passagem pelo Brasil, o Arctic Monkeys volta ao País no domingo (8). Mas, se em 2007, no Tim Festival, eles eram apenas a atração de abertura para o The Killers, agora eles voltam com status de headliners do Lollapalooza, que acontece no final de semana, no Jockey, na capital paulista. Nada que assuste, porém, o baterista Matt Helders. "É bom ver que nossa carreira seguiu no rumo certo", comentou ele em entrevista por telefone ao Terra. "Quando você é headliner, isso significa que uma boa parte da plateia está ali para te ver. Então você tem que se esforçar um pouco mais."
O Arctic Monkeys que se apresenta no domingo em São Paulo é outra banda daquela de cinco anos atrás. A urgência juvenil dos dois primeiros discos - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not (2006) e Favourite Worst Nightmare (2007) - que remetia ao punk foi domada. Muito em função da alta produtividade do grupo - foram quatro discos em seis anos -, o que também os deixou longe do País. "Em vários momentos sentíamos que precisávamos voltar ao Brasil, mas sempre rolava alguma coisa, entrar em estúdio, por exemplo", explica Helders. "A turnê de Suck It And See está mais longa, então pudemos ir a mais lugares."
Na jornada da curta carreira, o terceiro disco, Humbug, parece ter sido um divisor de águas. Após um ótimo disco do projeto paralelo do vocalista Alex Turner, The Last Shadows Puppets, o Arctic Monkeys diminiui o andamento das músicas e lançou seu disco mais bem produzido e menos pop. Não chega a ser um disco experimental, mas serviu como aprendizado para a banda, boa parte pelo trabalho com JOsh Homme, líder do Queens of The Stone Age, que produziu parte do disco. "Ele nos fez pensar mais em harmonias. Foi uma ótima experiência no deserto", lembra o baterista.
Suck It And See, quarto disco da banda, lançado no ano passado, retomou o caminho do pop. Helders diz que este foi um disco mais leve desde sua composição. "Alex começou a usar acordes maiores, a fazer as músicas no violão, de um jeito mais tradicional." A gravação também foi mais leve, com a banda ensaiando muito antes de entrar no estúdio. "Quando entramos no estúdio estava tudo pronto, gravamos uma música por dia, às vezes ao vivo", lembra. "Foi mais divertido, porque não tinha pressão. No Humbug, às vezes passávamos um dia inteiro tentando fazer um pequeno detalhe funcionar em uma música."
Quando lançou o primeiro álbum, em 2006, o Arctic Monkeys foi um fenômeno: quase 364 mil álbuns vendidos na primeira semana no Reino Unido, um recorde até então. Mesmo sem vender tanto quanto antes - "agora nossos discos não atingem essa marca em um ano", brinca Helders -, a banda teve os quatro álbuns no topo das paradas inglesas. Para ele, este é um reflexo da qualidade dos discos. "Podíamos fazer tudo no computador e lançar no dia seguinte, mas as pessoas apreciam nosso cuidado em lançar álbuns de verdade", comentou.
Sendo assim, o Arctic Monkeys já está pensando no próximo álbum. "Sempre temos algumas ideias de músicas, o Alex sempre compõe", comenta Helders. "Quem sabe depois desta turnê pela América do Sul não sentamos para ouvir estas músicas e começar a trabalhar em um disco novo.
O Arctic Monkeys que se apresenta no domingo em São Paulo é outra banda daquela de cinco anos atrás. A urgência juvenil dos dois primeiros discos - Whatever People Say I Am, That's What I'm Not (2006) e Favourite Worst Nightmare (2007) - que remetia ao punk foi domada. Muito em função da alta produtividade do grupo - foram quatro discos em seis anos -, o que também os deixou longe do País. "Em vários momentos sentíamos que precisávamos voltar ao Brasil, mas sempre rolava alguma coisa, entrar em estúdio, por exemplo", explica Helders. "A turnê de Suck It And See está mais longa, então pudemos ir a mais lugares."
Na jornada da curta carreira, o terceiro disco, Humbug, parece ter sido um divisor de águas. Após um ótimo disco do projeto paralelo do vocalista Alex Turner, The Last Shadows Puppets, o Arctic Monkeys diminiui o andamento das músicas e lançou seu disco mais bem produzido e menos pop. Não chega a ser um disco experimental, mas serviu como aprendizado para a banda, boa parte pelo trabalho com JOsh Homme, líder do Queens of The Stone Age, que produziu parte do disco. "Ele nos fez pensar mais em harmonias. Foi uma ótima experiência no deserto", lembra o baterista.
Suck It And See, quarto disco da banda, lançado no ano passado, retomou o caminho do pop. Helders diz que este foi um disco mais leve desde sua composição. "Alex começou a usar acordes maiores, a fazer as músicas no violão, de um jeito mais tradicional." A gravação também foi mais leve, com a banda ensaiando muito antes de entrar no estúdio. "Quando entramos no estúdio estava tudo pronto, gravamos uma música por dia, às vezes ao vivo", lembra. "Foi mais divertido, porque não tinha pressão. No Humbug, às vezes passávamos um dia inteiro tentando fazer um pequeno detalhe funcionar em uma música."
Quando lançou o primeiro álbum, em 2006, o Arctic Monkeys foi um fenômeno: quase 364 mil álbuns vendidos na primeira semana no Reino Unido, um recorde até então. Mesmo sem vender tanto quanto antes - "agora nossos discos não atingem essa marca em um ano", brinca Helders -, a banda teve os quatro álbuns no topo das paradas inglesas. Para ele, este é um reflexo da qualidade dos discos. "Podíamos fazer tudo no computador e lançar no dia seguinte, mas as pessoas apreciam nosso cuidado em lançar álbuns de verdade", comentou.
Sendo assim, o Arctic Monkeys já está pensando no próximo álbum. "Sempre temos algumas ideias de músicas, o Alex sempre compõe", comenta Helders. "Quem sabe depois desta turnê pela América do Sul não sentamos para ouvir estas músicas e começar a trabalhar em um disco novo.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Filhos dos Beatles podem se juntar para formar nova banda.
James McCartney, filho de Paul McCartney, disse em entrevista à BBC que pode se juntar aos filhos dos outros integrantes dos Beatles para formar uma nova banda. As informações são do site do The Sun.
Ainda de acordo com James, Zak, filho de Ringo Starr, não deve entrar no projeto, mas seu irmão Jason está bastante interessado. Questionado se todos já discutiram o assunto, ele foi superficial: "sim, um pouco", respondeu.
O filho de Paul McCartney finalizou a entrevista à imprensa britânica dizendo que espera que a união aconteça. "Espero que sim. Não sei, temos que esperar para ver a vontade de Deus, o apoio da natureza... Então, sim, talvez".
Se o projeto se concretizar, a banda será formada por Jason Starkey, Sean Lennon, James McCartney e Dhani Harrison, herdeiros de Ringo Starr, John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, respectivamente.
Ainda de acordo com James, Zak, filho de Ringo Starr, não deve entrar no projeto, mas seu irmão Jason está bastante interessado. Questionado se todos já discutiram o assunto, ele foi superficial: "sim, um pouco", respondeu.
O filho de Paul McCartney finalizou a entrevista à imprensa britânica dizendo que espera que a união aconteça. "Espero que sim. Não sei, temos que esperar para ver a vontade de Deus, o apoio da natureza... Então, sim, talvez".
Se o projeto se concretizar, a banda será formada por Jason Starkey, Sean Lennon, James McCartney e Dhani Harrison, herdeiros de Ringo Starr, John Lennon, Paul McCartney e George Harrison, respectivamente.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Slash diz: “Axl Rose tem ódio mortal de mim”
Quando o Guns N' Roses for introduzido ao Hall da Fama do Rock, em 14 de abril, ninguém sabe exatamente o que mais vai acontecer – e isso inclui Slash. "Esse é um assunto sobre o qual eu estou super de saco cheio de falar", diz o guitarrista. "Todo mundo tem me perguntado o que vai acontecer e eles sabem tanto quanto eu. Eu acho que você é totalmente obrigado a estar presente e eu ia amar poder tocar, mas isso é algo que não vai rolar, por alguma razão.”
Slash, o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler estão todos comprometidos e irão à cerimônia em Cleveland, mas não se sabe se o guitarrista Izzy Stradlin ou Axl Rose estarão presentes. Um grande problema para Axl pode ser a presença de Slash, quem ele chamou de um "câncer" em 2009.
"Ele tem ódio mortal de mim", diz Slash. “É por causa de muitas coisas diferentes, eu nem sei. Não há nenhuma comunicação entre nós. Eu falo com Duff e Steven, mas quando se trata do velho Guns N' Roses, não tem exatamente alguém que tome decisões."
Slash recentemente fez as pazes com o ex-frontman do Velvet Revolver Scott Weiland ao ponto que o grupo pôde se reunir para um set de quatro músicas em um show beneficente realizado há três meses em Los Angeles. "Foi ótimo ver Scott", diz Slash. "Eu não o via fazia um tempo. Ele cantou muito e depois todos nós demos apertos de mão e fomos embora."
Fora esse show casual, o Velvet Revolver está completamente parado desde que Scott Weiland saiu do grupo em 2008. "A gente tem procurado vocalistas e conversamos regularmente”, diz Slash. "De vez em quando, Duff e eu nos reunimos em bastidores e fazemos testes. Então ainda estamos ativos."
Os ensaios têm sido conduzidos geralmente em segredo, embora o fato de que eles estavam considerando contratar Corey Taylor, do Slipsknot, tenha vazado para a imprensa. “Teve um ensaio com Corey", diz Slash. "Foi uma sessão de composição e não deu em nada, na verdade. Foi mais minha culpa do que qualquer outra coisa, porque fiquei pensando ‘não sei se essa é a coisa certa'. Corey é obviamente um frontman do caralho e um ótimo cantor, mas é um estilo diferente do que eu tinha em mente para o Velvet."
Nesse meio tempo, Slash está focando em seu álbum solo Apocalyptic Love, que chega às lojas em 22 de maio. Diferente do que fez com sua estreia na carreira solo, o disco de 2010 Slash, que foi gravado com um elenco rotativo de estrelas no microfone, Myles Kennedy, do Alter Bridge, canta em todas as faixas deste trabalho. Eles se conheceram há alguns anos, quando Kennedy foi recrutado para cantar em uma das músicas de Slash. O guitarrista ligou para ele quando soube que Kennedy fez teste para cantar na turnê que o Led Zeppelin planejava para 2008 (que acabou nunca acontecendo). "Pensei ‘esse cara deve ser muito bom’", diz Slash. "Jimmy Page estava ligando para ele!"
Em 2010, Slash fez uma intensa turnê mundial com Kennedy, o baixista Todd Kerns e Brent Fitz. "Eu não conhecia nenhum deles naquela época", conta Slash. "Acabou que foi uma daquelas coisas que tem uma chance em um milhão. Eles foram um dos grupos de rock mais fodas com quem já trabalhei. Então pensei ‘vou fazer outro disco, vou fazer com esses caras'. E foi isso que aconteceu." Os músicos compuseram as canções de Apocalyptic Love nos momentos de folga da turnê. "Quando eu tinha ideias, gravava tudo no meio da noite no quarto de hotel ou no ônibus", comenta Slash. "Aí mandava por e-mail para Myles e na passagem de som, no camarim, ou onde fosse, a gente começava a debater essas ideias. No fim da turnê a gente tinha tipo 20 músicas." Eles gravaram o disco no final de 2011 e no começo deste ano, depois de Kennedy terminar a turnê com o Alter Bridge. "Ele tem uma ótima ética de trabalho", afirma Slash. "Ele não sabe o que fazer da vida quando não está ocupado."
O grupo começa uma excursão pelos Estados Unidos em maio e, se a apresentação de aquecimento que fizeram em Toronto no dia 23 de março for um termômetro, espere muitos clássicos no Guns N' Roses misturados a material solo e aparições de materiais da carreira solo, do Velvet Revolver e do Slash's Snakepit. “Algumas coisas são muito marca registrada do Guns, ao ponto de eu não querer mexer nisso. A gente conhece “Welcome To The Jungle”, já tocamos antes, mas não me sinto confortável. Mas há outros clássicos do Guns que me sinto bem tocando toda noite. O mesmo vale para o Velvet Revolver."
Após passar por fins de banda extremamente tumultuados com o Guns N' Roses e o Velvet Revolver, Slash está feliz de estar em um grupo que funciona de maneira pacífica. "Eu não sabia que podia ser tão fácil assim porque nunca tinha sido fácil assim para mim", diz Slash. "A inspiração que eu tinha para tocar e mandar bem toda noite era muito forte com esses caras. É isso que qualquer um quer. Os inconvenientes da vida na estrada são totalmente toleráveis quando não há uma bagagem desnecessária com a qual temos que lidar todo dia.”
Slash, o baixista Duff McKagan e o baterista Steven Adler estão todos comprometidos e irão à cerimônia em Cleveland, mas não se sabe se o guitarrista Izzy Stradlin ou Axl Rose estarão presentes. Um grande problema para Axl pode ser a presença de Slash, quem ele chamou de um "câncer" em 2009.
"Ele tem ódio mortal de mim", diz Slash. “É por causa de muitas coisas diferentes, eu nem sei. Não há nenhuma comunicação entre nós. Eu falo com Duff e Steven, mas quando se trata do velho Guns N' Roses, não tem exatamente alguém que tome decisões."
Slash recentemente fez as pazes com o ex-frontman do Velvet Revolver Scott Weiland ao ponto que o grupo pôde se reunir para um set de quatro músicas em um show beneficente realizado há três meses em Los Angeles. "Foi ótimo ver Scott", diz Slash. "Eu não o via fazia um tempo. Ele cantou muito e depois todos nós demos apertos de mão e fomos embora."
Fora esse show casual, o Velvet Revolver está completamente parado desde que Scott Weiland saiu do grupo em 2008. "A gente tem procurado vocalistas e conversamos regularmente”, diz Slash. "De vez em quando, Duff e eu nos reunimos em bastidores e fazemos testes. Então ainda estamos ativos."
Os ensaios têm sido conduzidos geralmente em segredo, embora o fato de que eles estavam considerando contratar Corey Taylor, do Slipsknot, tenha vazado para a imprensa. “Teve um ensaio com Corey", diz Slash. "Foi uma sessão de composição e não deu em nada, na verdade. Foi mais minha culpa do que qualquer outra coisa, porque fiquei pensando ‘não sei se essa é a coisa certa'. Corey é obviamente um frontman do caralho e um ótimo cantor, mas é um estilo diferente do que eu tinha em mente para o Velvet."
Nesse meio tempo, Slash está focando em seu álbum solo Apocalyptic Love, que chega às lojas em 22 de maio. Diferente do que fez com sua estreia na carreira solo, o disco de 2010 Slash, que foi gravado com um elenco rotativo de estrelas no microfone, Myles Kennedy, do Alter Bridge, canta em todas as faixas deste trabalho. Eles se conheceram há alguns anos, quando Kennedy foi recrutado para cantar em uma das músicas de Slash. O guitarrista ligou para ele quando soube que Kennedy fez teste para cantar na turnê que o Led Zeppelin planejava para 2008 (que acabou nunca acontecendo). "Pensei ‘esse cara deve ser muito bom’", diz Slash. "Jimmy Page estava ligando para ele!"
Em 2010, Slash fez uma intensa turnê mundial com Kennedy, o baixista Todd Kerns e Brent Fitz. "Eu não conhecia nenhum deles naquela época", conta Slash. "Acabou que foi uma daquelas coisas que tem uma chance em um milhão. Eles foram um dos grupos de rock mais fodas com quem já trabalhei. Então pensei ‘vou fazer outro disco, vou fazer com esses caras'. E foi isso que aconteceu." Os músicos compuseram as canções de Apocalyptic Love nos momentos de folga da turnê. "Quando eu tinha ideias, gravava tudo no meio da noite no quarto de hotel ou no ônibus", comenta Slash. "Aí mandava por e-mail para Myles e na passagem de som, no camarim, ou onde fosse, a gente começava a debater essas ideias. No fim da turnê a gente tinha tipo 20 músicas." Eles gravaram o disco no final de 2011 e no começo deste ano, depois de Kennedy terminar a turnê com o Alter Bridge. "Ele tem uma ótima ética de trabalho", afirma Slash. "Ele não sabe o que fazer da vida quando não está ocupado."
O grupo começa uma excursão pelos Estados Unidos em maio e, se a apresentação de aquecimento que fizeram em Toronto no dia 23 de março for um termômetro, espere muitos clássicos no Guns N' Roses misturados a material solo e aparições de materiais da carreira solo, do Velvet Revolver e do Slash's Snakepit. “Algumas coisas são muito marca registrada do Guns, ao ponto de eu não querer mexer nisso. A gente conhece “Welcome To The Jungle”, já tocamos antes, mas não me sinto confortável. Mas há outros clássicos do Guns que me sinto bem tocando toda noite. O mesmo vale para o Velvet Revolver."
Após passar por fins de banda extremamente tumultuados com o Guns N' Roses e o Velvet Revolver, Slash está feliz de estar em um grupo que funciona de maneira pacífica. "Eu não sabia que podia ser tão fácil assim porque nunca tinha sido fácil assim para mim", diz Slash. "A inspiração que eu tinha para tocar e mandar bem toda noite era muito forte com esses caras. É isso que qualquer um quer. Os inconvenientes da vida na estrada são totalmente toleráveis quando não há uma bagagem desnecessária com a qual temos que lidar todo dia.”
GG Slim um louco no palco.
Kevin Michael Allin, mais conhecido como GG Allin (29 de agosto de 1956 - 28 de junho de 1993), foi um vocalista de punk rock e líder de diversas bandas. Ele se tornou famoso por seus shows ao vivo, que, invariavelmente, apresentavam Allin se cortando com cacos de vidro e outros objetos; arrebentando a cabeça com o microfone, ou o introduzindo em seu ânus; defecando no palco e ingerindo os excrementos, ou passando em seu rosto e, muitas vezes, atirando as fezes na platéia. Embora ele seja mais conhecido por suas atitudes no palco do que por seu trabalho musical, ele gravou um volume significativo de material, não apenas no gênero punk, mas também de country and western e rock clássico.
Biografia:
G.G. Allin nasceu no dia 29 de Agosto de 1956, em Lancaster, New Hampshire, nos EUA, com o nome de Jesus Christ Allin, nome dado por seus religiosos pais. A famosa alcunha de “G.G. Allin” veio de seu irmão, e, mais tarde, companheiro de banda, Merle Allin, que, por não conseguir pronunciar o seu nome corretamente, o chamava de “Jee-Jee Allin” (G.G. Allin).
G.G. não foi Jesus por muito tempo. Pouco tempo antes de entrar na escola, sua mãe mudou o nome do garoto para Kevin Michael Allin. Nesta época, G.G. Allin já apresentava um pouco do comportamento “anormal”, o que basicamente fez com que sua mãe trocasse o seu nome. Nessa época. G.G. Allin e sua família passaram por muitos confrontos, muitos vindos da parte do Sr. Merle Allin, pai de G.G. Allin, que se tornara um alcoólatra e tinha alguns problemas mentais. Apesar do pai de G.G. Allin ter esses significantes problemas, ele nunca usou o seu pai como desculpa para suas grotescas atitudes no palco. O Sr. Merle constantemente ameaçava matar toda a sua família, tendo até mesmo cavado as covas de cada membro da família no porão da casa.
Mas foi na época da escola em que G.G. Allin começou a ficar ainda mais “freak” (sendo considerado na época um delinqüente juvenil, e chegando a estudar por um ano em uma classe para crianças “especiais”). Ele fazia de tudo para chocar quem estava por perto, até mesmo chegou a ir vestido de mulher para a escola (o que lhe rendeu um espancamento de seus colegas de escola, que o tacharam de homossexual).
Quando perguntaram a G.G. Allin como fora a sua infância, ele simplesmente disse: “Caótica”. Nesta mesma época, ele descobriu a música, ouvindo muito rock, comprando alguns discos e depois aprendendo a tocar bateria, que seria o seu primeiro instrumento musical. Algum tempo depois, com ele já tocando razoavelmente bateria, ingressou à algumas bandas, algumas, inclusive, junto com o seu irmão, Merle.
No dia 28 de junho de 1993, aconteceu o que muitos já esperavam, e o que também muitos queriam: G.G. Allin morre de overdose de heroína no apartamento de um amigo, em Manhattan. Ele tinha apenas 36 anos. O último show de G.G. Allin (feito no mesmo dia de sua morte) é mostrado na versão em DVD do documentário “Hated”, e que foi exibido no dia de seu velório). Velório que foi, na verdade bastante caricato com G.G. Allin semi-nu no caixão, com uma garrafa de whisky na mão, a palavra “Fuck Me” escrita em um boné que o mesmo vestia, fãs tirando fotos com o ídolo morto. E diversos de seus discos estavam junto com ele no caixão (pois ele sempre quis ser enterrado com seus discos).
Biografia:
G.G. Allin nasceu no dia 29 de Agosto de 1956, em Lancaster, New Hampshire, nos EUA, com o nome de Jesus Christ Allin, nome dado por seus religiosos pais. A famosa alcunha de “G.G. Allin” veio de seu irmão, e, mais tarde, companheiro de banda, Merle Allin, que, por não conseguir pronunciar o seu nome corretamente, o chamava de “Jee-Jee Allin” (G.G. Allin).
G.G. não foi Jesus por muito tempo. Pouco tempo antes de entrar na escola, sua mãe mudou o nome do garoto para Kevin Michael Allin. Nesta época, G.G. Allin já apresentava um pouco do comportamento “anormal”, o que basicamente fez com que sua mãe trocasse o seu nome. Nessa época. G.G. Allin e sua família passaram por muitos confrontos, muitos vindos da parte do Sr. Merle Allin, pai de G.G. Allin, que se tornara um alcoólatra e tinha alguns problemas mentais. Apesar do pai de G.G. Allin ter esses significantes problemas, ele nunca usou o seu pai como desculpa para suas grotescas atitudes no palco. O Sr. Merle constantemente ameaçava matar toda a sua família, tendo até mesmo cavado as covas de cada membro da família no porão da casa.
Mas foi na época da escola em que G.G. Allin começou a ficar ainda mais “freak” (sendo considerado na época um delinqüente juvenil, e chegando a estudar por um ano em uma classe para crianças “especiais”). Ele fazia de tudo para chocar quem estava por perto, até mesmo chegou a ir vestido de mulher para a escola (o que lhe rendeu um espancamento de seus colegas de escola, que o tacharam de homossexual).
Quando perguntaram a G.G. Allin como fora a sua infância, ele simplesmente disse: “Caótica”. Nesta mesma época, ele descobriu a música, ouvindo muito rock, comprando alguns discos e depois aprendendo a tocar bateria, que seria o seu primeiro instrumento musical. Algum tempo depois, com ele já tocando razoavelmente bateria, ingressou à algumas bandas, algumas, inclusive, junto com o seu irmão, Merle.
No dia 28 de junho de 1993, aconteceu o que muitos já esperavam, e o que também muitos queriam: G.G. Allin morre de overdose de heroína no apartamento de um amigo, em Manhattan. Ele tinha apenas 36 anos. O último show de G.G. Allin (feito no mesmo dia de sua morte) é mostrado na versão em DVD do documentário “Hated”, e que foi exibido no dia de seu velório). Velório que foi, na verdade bastante caricato com G.G. Allin semi-nu no caixão, com uma garrafa de whisky na mão, a palavra “Fuck Me” escrita em um boné que o mesmo vestia, fãs tirando fotos com o ídolo morto. E diversos de seus discos estavam junto com ele no caixão (pois ele sempre quis ser enterrado com seus discos).
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