A lendária banda britânica Sex Pistols lançará neste ano uma nova versão do clássico Never Mind The Bollocks, um álbum que revolucionou o mundo da música com o conceito punk há 35 anos.
Para celebrar este aniversário, a gravadora Universal anunciou nesta segunda-feira (27) que assinou um novo contrato com o grupo para produzir uma edição expandida do mítico Never Mind The Bollocks, Here's The Sex Pistols, o primeiro e único álbum da banda, além de um dos mais influentes de todos os tempos.
Em comunicado, a gravadora declarou que está ansiosa em trabalhar com a banda para "celebrar seu impacto sobre a cultura em nível mundial". "O sonho de qualquer amante da música é ter a oportunidade de reavaliar as músicas do Sex Pistols", disse Karen Simmons, diretor da Universal.
Johnny Rotten, um dos líderes e integrantes mais carismáticos da banda britânica, afirmou que não se surpreendeu com essa decisão da gravadora. "Os Sex Pistols são os melhores. A (gravadora) Universal tem agora uma sala de troféus. Se a música é a imitação da natureza, os Sex Pistols são a natureza, então, por favor, nos dê generosidade. Obrigado", assinalou o artista à revista musical britânica NME.
Apesar de ter sido formada em 1975, a banda punk só lançou o álbum em 1977 e, pouco tempo depois, já ocupava o topo das paradas britânicas com suas letras contestatórias, como Anarchy in the UK e God Save The Queen. Na ocasião, o disco Never Mind The Bollocks era o número um em vendas no Reino Unido.
Apesar do sucesso, um ano após o lançamento do clássico disco, Rotten deixava o grupo devido aos problemas de relacionamento e anunciava seu previsível término. Em 1979, o baixista Sid Vicious - considerado um dos ícones da cultura punk - morreu de overdose e selou o fim definitivo do grupo.
Em 1996, a banda voltou a se reunir para a realização de uma turnê e, desde então, já apresentou uma série de shows. No início de 2011, Johnny Rotten chegou a afirmar que começaria a escrever novas músicas para a elaboração de um disco inédito, mas, até o momento, nada foi apresentado. Atualmente, a banda conta com Johnny Rotten, Steve Jones, Paul Cook e Glen Matlock, a mesma formação desde 1996.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Lemmy grava com Dave Grohl e Joan Jett
O líder do Motörhead, Lemmy Kilmister, está concluindo as gravações de um álbum solo. E, segundo ele revelou em entrevista ao SF Weekly, o disco será repleto de participações especiais: Dave Grohl, do Foo Fighters, e Joan Jett (ambos atrações do Lollapalooza Brasil, em abril) estão entre eles.
Além dos dois, também participam do registro The Damned, Skew Siskin e Skunk Anansie. “Tenho duas faixas com o The Damned, duas com o Skew Siskin, uma com Joan Jett e uma com Dave Grohl, e outras duas com o Reverend Horton Heat”, contou Lemmy.
O título do disco e a data de lançamento ainda não estão definidos.
Contra coletânea
Nesta semana, o Motörhead se mostrou contrário ao lançamento de um box da banda, The Complete Early Years. Segundo o trio, preço do box (cerca de US$ 600), que contém os oito primeiro discos, sete singles e um livro, é abusivo. “Infelizmente a ganância mais uma vez está mostrando sua cara. Eu aconselho mesmo os colecionadores mais obcecados a não comprarem isso”, comentou Lemmy no site oficial da banda.
Além dos dois, também participam do registro The Damned, Skew Siskin e Skunk Anansie. “Tenho duas faixas com o The Damned, duas com o Skew Siskin, uma com Joan Jett e uma com Dave Grohl, e outras duas com o Reverend Horton Heat”, contou Lemmy.
O título do disco e a data de lançamento ainda não estão definidos.
Contra coletânea
Nesta semana, o Motörhead se mostrou contrário ao lançamento de um box da banda, The Complete Early Years. Segundo o trio, preço do box (cerca de US$ 600), que contém os oito primeiro discos, sete singles e um livro, é abusivo. “Infelizmente a ganância mais uma vez está mostrando sua cara. Eu aconselho mesmo os colecionadores mais obcecados a não comprarem isso”, comentou Lemmy no site oficial da banda.
Ingressos para show de Bob Dylan em SP custam até R$ 900
Foram divulgados nesta sexta, 24, os salgados preços dos shows de Bob Dylan no Brasil. O cantor se apresentará no Rio de Janeiro (15/4, Citibank Hall), Brasília (17/4, Ginásio Nilson Nelson), Belo Horizonte (19/4, Chevrolet Hall), São Paulo (21 e 22/4, Credicard Hall) e Porto Alegre (24/4, Pepsi On Stage).
Para as apresenções no Rio de Janeiro e em São Paulo, clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva entre 27 de fevereiro e 4 de março. O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 5 de março. Para os demais shows não haverá pré-venda; os ingressos serão vendidos a partir da próxima segunda, 27.
A entrada mais barata custa R$ 140, para a pista (1º lote), em Porto Alegre; a mais cara sai por R$ 900, camarote I, em São Paulo (o ingresso mais barato, descrito como "visão parcial", custa R$ 150).
Esta será a quinta passagem de Dylan pelo país. Na última delas, em 2008, o cantor fez dois shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro.
Bob Dylan No Brasil
Pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
Pela Internet: http://www.ticketsforfun.com.br
Rio de Janeiro
15 de abril, às 20h
Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 (Citibank Hall)
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Preços e meia-entrada:
Cadeira VIP - R$800 / R$ 400
Cadeira Palco - R$ 700 / R$ 350
Cadeira Especial: R$ 600 / R$ 300
Cadeira Central: R$ 550 / R$ 275
Cadeira Lateral: R$ 500 / R$ 250
Camarote: R$ 800 / R$ 400
Poltrona: R$550 / R$275
O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 5 de março de 2012.
Brasília
17 de abril, às 21h30
Endereço: Ginásio de Esportes Nilson Nelson – Asa Norte
Preços e meia-entrada:
Pista Premium - R$ 550 / R$250
Pista - R$ 280 / R$ 140
Arquibancada - R$ 240 / R$ 120
O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 27 de fevereiro de 2012.
Belo Horizonte
19 de abril, às 21h
Endereço: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 (Chevrolet Hall)
Preços e meia-entrada:
Pista 1º lote - R$ R$ 180 / R$ 90
Pista 2º lote - R$ 200 / R$ 100
Pista 3º lote - R$ 220 / R$ 110
Pista 4º lote - R$ 240 / R$ 120
O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.
São Paulo
21 e 22 de abril, às 22h e às 20h
Endereço: Av. das Nações Unidas (Credicard Hall)
Preços e meia-entrada:
Camarote I: R$ 900 / R$ 450
Camarote II: R$ 800 / R$ 400
Cadeira VIP: R$ 900 / R$ 450
Cadeira I: R$ 750 / R$ 375
Cadeira II: R$ 650 / R$ 325
Poltrona I: R$ 550 / R$ 275
Poltrona II: R$ 450 / R$ 225
Plateia Superior I: R$ 250 / R$ 125
Plateia Superior II: R$ 200 / R$ 100
Plateia Superior III: R$ 180 / R$ 90
Visão Parcial: R$ 150 / R$ 75
O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 5 de março de 2012.
Porto Alegre
24 de abril, às 21h
Endereço: Av. Severo Dulius, 1995 (Pepsi On Stage)
Preços e meia-entrada
Pista 1º lote - R$ 140 / R$ 70
Pista 2º lote - R$ 160 / R$ 80
Mezanino - R$ 180 / R$ 90
O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.
Para as apresenções no Rio de Janeiro e em São Paulo, clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva entre 27 de fevereiro e 4 de março. O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 5 de março. Para os demais shows não haverá pré-venda; os ingressos serão vendidos a partir da próxima segunda, 27.
A entrada mais barata custa R$ 140, para a pista (1º lote), em Porto Alegre; a mais cara sai por R$ 900, camarote I, em São Paulo (o ingresso mais barato, descrito como "visão parcial", custa R$ 150).
Esta será a quinta passagem de Dylan pelo país. Na última delas, em 2008, o cantor fez dois shows em São Paulo e um no Rio de Janeiro.
Bob Dylan No Brasil
Pontos de venda: http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx
Pela Internet: http://www.ticketsforfun.com.br
Rio de Janeiro
15 de abril, às 20h
Endereço: Av. Ayrton Senna, 3000 (Citibank Hall)
Central de Vendas Tickets For Fun: 4003-5588
Preços e meia-entrada:
Cadeira VIP - R$800 / R$ 400
Cadeira Palco - R$ 700 / R$ 350
Cadeira Especial: R$ 600 / R$ 300
Cadeira Central: R$ 550 / R$ 275
Cadeira Lateral: R$ 500 / R$ 250
Camarote: R$ 800 / R$ 400
Poltrona: R$550 / R$275
O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 5 de março de 2012.
Brasília
17 de abril, às 21h30
Endereço: Ginásio de Esportes Nilson Nelson – Asa Norte
Preços e meia-entrada:
Pista Premium - R$ 550 / R$250
Pista - R$ 280 / R$ 140
Arquibancada - R$ 240 / R$ 120
O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 27 de fevereiro de 2012.
Belo Horizonte
19 de abril, às 21h
Endereço: Av. Nossa Senhora do Carmo, 230 (Chevrolet Hall)
Preços e meia-entrada:
Pista 1º lote - R$ R$ 180 / R$ 90
Pista 2º lote - R$ 200 / R$ 100
Pista 3º lote - R$ 220 / R$ 110
Pista 4º lote - R$ 240 / R$ 120
O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.
São Paulo
21 e 22 de abril, às 22h e às 20h
Endereço: Av. das Nações Unidas (Credicard Hall)
Preços e meia-entrada:
Camarote I: R$ 900 / R$ 450
Camarote II: R$ 800 / R$ 400
Cadeira VIP: R$ 900 / R$ 450
Cadeira I: R$ 750 / R$ 375
Cadeira II: R$ 650 / R$ 325
Poltrona I: R$ 550 / R$ 275
Poltrona II: R$ 450 / R$ 225
Plateia Superior I: R$ 250 / R$ 125
Plateia Superior II: R$ 200 / R$ 100
Plateia Superior III: R$ 180 / R$ 90
Visão Parcial: R$ 150 / R$ 75
O público em geral poderá adquirir ingresso a partir de 5 de março de 2012.
Porto Alegre
24 de abril, às 21h
Endereço: Av. Severo Dulius, 1995 (Pepsi On Stage)
Preços e meia-entrada
Pista 1º lote - R$ 140 / R$ 70
Pista 2º lote - R$ 160 / R$ 80
Mezanino - R$ 180 / R$ 90
O público em geral poderá adquirir ingressos a partir de 27 de fevereiro de 2012.
Limp Bizkit assina contrato com a gravadora Cash Money
O rapper Lil Wayne disse que a Cash Money, gravadora da qual faz parte, contratou o grupo Limp Bizkit. Durante uma entrevista à rádio KissFM, de Nova York, na última quinta, 23, Wayne revelou que o selo está "esvaziando os bolsos" - supostamente, estariam contratando Ashanti, também - após o sucesso com nomes como Drake e Nicki Minaj.
Posteriormente, o vocalista Fred Durst confirmou o contrato com uma série de posts no Twitter. "O jogo é não ter noção do perigo, eletricidade e rock and roll!!! Cash Money Limp Bizkit", escreveu o músico.
O disco mais recente da banda, Gold Cobra (2011), que marcou o retorno do guitarrista Wes Borland, chegou à 16ª posição das paradas da Billboard norte-americana.
Posteriormente, o vocalista Fred Durst confirmou o contrato com uma série de posts no Twitter. "O jogo é não ter noção do perigo, eletricidade e rock and roll!!! Cash Money Limp Bizkit", escreveu o músico.
O disco mais recente da banda, Gold Cobra (2011), que marcou o retorno do guitarrista Wes Borland, chegou à 16ª posição das paradas da Billboard norte-americana.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Blue Öyster Cult estreia no Brasil nesta sexta, 24.
A Blue Öyster Cult, célebre banda norte-americana de rock pesado dos anos 70 e 80, fará show em São Paulo, no HSBC Brasil, nesta sexta, 24. É a primeira vez do grupo no país. O vocalista Eric Bloom, um dos fundadores do BOC, como eles são mais conhecidos, contou à Rolling Stone Brasil, por telefone, que há muito tempo a banda tinha interesse em tocar por aqui, mas sempre faltava um incentivo. Segundo Bloom, o ponta-pé final veio de uma fonte que ninguém poderia esperar, como ele revela. “O Rush in Rio foi um incentivo. Depois que assistimos a esse DVD, que é um dos meus favoritos, vimos pela internet que o público brasileiro é muito caloroso e realmente tem um pé muito forte no rock”, afirma o cantor. “Esperamos ter uma recepção parecida aí.”
O núcleo do BOC surgiu em Nova York no final da década de 60, mas a banda se consolidou mesmo em 1972, com o lançamento do primeiro álbum, chamado apenas Blue Öyster Cult. Nos anos 70, os integrantes ficaram conhecidos pelos hits “(Don’t Fear) The Reaper”, “Burnin’ for You” e “Godzilla”, além de outras canções falando de magia negra, doença mental, morte, misticismo e ficção científica. A formação atual inclui Bloom (vocal, guitarra base, teclados), Donald “Buck Dharma” Roeser (guitarra solo, vocal), Jules Radino (bateria), Richie Castellano (teclado, guitarra, vocal) e o veterano Rudy Sarzo (baixo), que já tocou com Whitesnake, Ozzy Osbourne, Dio e muitos outros.
No começo dos anos 70, o BOC era chamado pela imprensa de “o Black Sabbath dos Estados Unidos”. “Isso foi golpe publicitário, coisa da nossa gravadora”, explica Bloom. “Tínhamos uma imagem meio sombria na época e nossas letras falavam dos mesmos temas que as do Sabbath. Mas acho que as comparações param aí. Nós sempre usamos teclado, o que não é muito dominante no som do Sabbath. O BOC também sempre teve dois vocalistas e o Sabbath se concentrava no Ozzy. Nós finalmente excursionamos com os caras em 1981, na época em que eles estavam como o Dio, mas devido a alguns problemas logísticos, a turnê não rolou como esperávamos.”
“(Don't Fear) The Reaper” segue como marca registrada da banda, e nem Bloom consegue decifrar apropriadamente o apelo do hit, que foi lançado originalmente como single em 1976. “Bem, você teria que perguntar ao Buck Dharma, ele a escreveu. Ele provavelmente deveria estar passando por algum momento turbulento de sua vida, mas não tem nada a ver com suicídio ou algo assim”, reflete o cantor. A gravação de “(Don’t Fear) The Reaper” é o mote do quadro “More Cowbell”, que foi ao ar em abril de 2000 e se tornou um dos mais populares do programa Saturday Night Live. O esquete mostra a gravação fictícia de “(Don’t Fear) The Reaper”, com o empresário da banda, vivido por Christopher Walken, pedindo para um sujeito chamado Gene Frenkle (Will Ferrell), castigar no som do cowbell, para consternação do resto do BOC. Bloom fala: “Por causa desse quadro, nos tornamos verdadeiramente ícones. Nunca cansamos de assisti-lo. E, agora, mais gente vem aos shows só para causa disso, muitos usando uma camiseta com a inscrição ‘more cowbell’. Não sei se no Brasil as pessoas conhecem, mas dá para achar na internet.”
O núcleo do BOC surgiu em Nova York no final da década de 60, mas a banda se consolidou mesmo em 1972, com o lançamento do primeiro álbum, chamado apenas Blue Öyster Cult. Nos anos 70, os integrantes ficaram conhecidos pelos hits “(Don’t Fear) The Reaper”, “Burnin’ for You” e “Godzilla”, além de outras canções falando de magia negra, doença mental, morte, misticismo e ficção científica. A formação atual inclui Bloom (vocal, guitarra base, teclados), Donald “Buck Dharma” Roeser (guitarra solo, vocal), Jules Radino (bateria), Richie Castellano (teclado, guitarra, vocal) e o veterano Rudy Sarzo (baixo), que já tocou com Whitesnake, Ozzy Osbourne, Dio e muitos outros.
No começo dos anos 70, o BOC era chamado pela imprensa de “o Black Sabbath dos Estados Unidos”. “Isso foi golpe publicitário, coisa da nossa gravadora”, explica Bloom. “Tínhamos uma imagem meio sombria na época e nossas letras falavam dos mesmos temas que as do Sabbath. Mas acho que as comparações param aí. Nós sempre usamos teclado, o que não é muito dominante no som do Sabbath. O BOC também sempre teve dois vocalistas e o Sabbath se concentrava no Ozzy. Nós finalmente excursionamos com os caras em 1981, na época em que eles estavam como o Dio, mas devido a alguns problemas logísticos, a turnê não rolou como esperávamos.”
“(Don't Fear) The Reaper” segue como marca registrada da banda, e nem Bloom consegue decifrar apropriadamente o apelo do hit, que foi lançado originalmente como single em 1976. “Bem, você teria que perguntar ao Buck Dharma, ele a escreveu. Ele provavelmente deveria estar passando por algum momento turbulento de sua vida, mas não tem nada a ver com suicídio ou algo assim”, reflete o cantor. A gravação de “(Don’t Fear) The Reaper” é o mote do quadro “More Cowbell”, que foi ao ar em abril de 2000 e se tornou um dos mais populares do programa Saturday Night Live. O esquete mostra a gravação fictícia de “(Don’t Fear) The Reaper”, com o empresário da banda, vivido por Christopher Walken, pedindo para um sujeito chamado Gene Frenkle (Will Ferrell), castigar no som do cowbell, para consternação do resto do BOC. Bloom fala: “Por causa desse quadro, nos tornamos verdadeiramente ícones. Nunca cansamos de assisti-lo. E, agora, mais gente vem aos shows só para causa disso, muitos usando uma camiseta com a inscrição ‘more cowbell’. Não sei se no Brasil as pessoas conhecem, mas dá para achar na internet.”
Líder do Soufly, Max Cavalera é diagnosticado com paralisia facial.
O líder do Soufly, Max Cavalera, está com paralisia facial. De acordo com o site da gravadora Roadrunner Records, o músico tem uma condição chamada Paralisia de Bell, caracterizada pela disfunção dos nervos faciais que resultam na incapacidade de controle dos músculos do rosto no lado afetado.
O caso foi descoberto na semana passada, quando Max retornou da Austrália. "Acordei um dia pela manhã e o quarto inteiro estava rodando", explicou o músico. "Olhei para (sua mulher) Gloria e disse, 'tem algo errado aqui'. Ela, então, respondeu: sua cara está estranha".
Inicialmente, Max pensou ter tido um derrame e se dirigiu o mais rápido que pôde ao hospital. "Eu nunca tinha ouvido falar dessa doença. É muito estranha! Meu olho direito não pisca e metade da minha face parece ter sido socada por Mike Tyson! Dói demais!".
O músico está se tratando com antibióticos e, segundo a gravadora, sua recuperação tem sido ótima.
O Soufly se apresenta nesta semana em Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, na sexta-feira (24), sábado (25) e domingo (26). Apesar do estado de saúde do músico, o site oficial mantém as datas confirmadas.
O caso foi descoberto na semana passada, quando Max retornou da Austrália. "Acordei um dia pela manhã e o quarto inteiro estava rodando", explicou o músico. "Olhei para (sua mulher) Gloria e disse, 'tem algo errado aqui'. Ela, então, respondeu: sua cara está estranha".
Inicialmente, Max pensou ter tido um derrame e se dirigiu o mais rápido que pôde ao hospital. "Eu nunca tinha ouvido falar dessa doença. É muito estranha! Meu olho direito não pisca e metade da minha face parece ter sido socada por Mike Tyson! Dói demais!".
O músico está se tratando com antibióticos e, segundo a gravadora, sua recuperação tem sido ótima.
O Soufly se apresenta nesta semana em Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, respectivamente, na sexta-feira (24), sábado (25) e domingo (26). Apesar do estado de saúde do músico, o site oficial mantém as datas confirmadas.
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Springsteen ainda apoia Obama, mas não participará da campanha.
O astro americano de rock Bruce Springsteen disse nesta quinta-feira que ainda apoia o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mas adiantou que não deverá participar da campanha para a reeleição do mandatário democrata.
Ao ser consultado em Paris durante uma coletiva de imprensa se pensava em fazer o mesmo que em 2004 e 2008, quando militou ativamente em favor das candidaturas dos democratas John Kerry e Barack Obama, o veterano roqueiro mostrou que prefere se dedicar mais à música.
"Eu me meti nisso quase por acidente. Os anos de (George) Bush foram tão horríveis que simplesmente não podia ficar parado", disse.
"Nunca fiz campanha por um candidato antes de John Kerry, e nesse momento, havia um desastre tão grande acontecendo no nosso governo, que sentia que tinha que fazer qualquer coisa", acrescentou.
No entanto, ele lembrou que não é um "profissional das campanhas".
"Prefiro estar de lado. Sinceramente acho que um artista (...) deve manter uma certa distância do poder", disse.
Em sua opinião, Obama teve um desempenho que mistura importantes avanços com algumas frustrações.
"Aprovou a lei sobre planos de saúde, apesar de que eu gostaria de que houvesse uma opção pública e que os cidadãos não fossem deixados nas mãos de empresas de seguros. Bin Laden morreu, e isso foi muito importante. Acredito que (Obama) teve um pouco de bom senso no primeiro governo", destacou.
Contudo, o roqueiro considerou: Obama "foi mais amigável com as grandes corporações do que eu esperava e há muito menos vozes das classes médias ou de trabalhadores no governo do que pensei que haveria".
Springsteen disse que gostou "que há mais iniciativa na criação de empregos diante do que aconteceu e mais gente recebendo ajuda".
"Ainda apoio o presidente, mas há muitas coisas que acredito que demoraram demais. Ao mesmo tempo, saímos do Iraque e possivelmente estaremos fora do Afeganistão em breve", afirmou.
Springsteen visitou Paris para promover seu último álbum, "Wrecking Ball", o 17º de sua carreira, e os detalhes de uma turnê europeia para depois de março.
Ao ser consultado em Paris durante uma coletiva de imprensa se pensava em fazer o mesmo que em 2004 e 2008, quando militou ativamente em favor das candidaturas dos democratas John Kerry e Barack Obama, o veterano roqueiro mostrou que prefere se dedicar mais à música.
"Eu me meti nisso quase por acidente. Os anos de (George) Bush foram tão horríveis que simplesmente não podia ficar parado", disse.
"Nunca fiz campanha por um candidato antes de John Kerry, e nesse momento, havia um desastre tão grande acontecendo no nosso governo, que sentia que tinha que fazer qualquer coisa", acrescentou.
No entanto, ele lembrou que não é um "profissional das campanhas".
"Prefiro estar de lado. Sinceramente acho que um artista (...) deve manter uma certa distância do poder", disse.
Em sua opinião, Obama teve um desempenho que mistura importantes avanços com algumas frustrações.
"Aprovou a lei sobre planos de saúde, apesar de que eu gostaria de que houvesse uma opção pública e que os cidadãos não fossem deixados nas mãos de empresas de seguros. Bin Laden morreu, e isso foi muito importante. Acredito que (Obama) teve um pouco de bom senso no primeiro governo", destacou.
Contudo, o roqueiro considerou: Obama "foi mais amigável com as grandes corporações do que eu esperava e há muito menos vozes das classes médias ou de trabalhadores no governo do que pensei que haveria".
Springsteen disse que gostou "que há mais iniciativa na criação de empregos diante do que aconteceu e mais gente recebendo ajuda".
"Ainda apoio o presidente, mas há muitas coisas que acredito que demoraram demais. Ao mesmo tempo, saímos do Iraque e possivelmente estaremos fora do Afeganistão em breve", afirmou.
Springsteen visitou Paris para promover seu último álbum, "Wrecking Ball", o 17º de sua carreira, e os detalhes de uma turnê europeia para depois de março.
Bob Dylan realizará seis shows no País durante o mês de abril.
A assessoria de imprensa da produtora Time 4 Fun confirmou a vinda do cantor Bob Dylan ao País, para a realização de seis shows durante o mês de abril: Rio de Janeiro (15), no Citibank Hall, Brasília (17), no Ginásio Nilson Nelson, Belo Horizonte (19), no Chevrolet Hall, São Paulo (21 e 22), no Credicard Hall, e Porto Alegre (24), no Pepsi On Stage.
No Rio de Janeiro e em São Paulo, clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva entre 27 de fevereiro e 4 de março. O público em geral poderá adquirir ingressos para as apresentações nessas duas praças a partir do dia 5.
Não haverá pré-venda para os shows em Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde o ingresso poderá ser adquirido a partir de 27 de fevereiro. Esta será a quinta vez que Dylan se apresentará no País. Na última delas, em 2008, ele fez dois shows em São Paulo (SP) e um no Rio de Janeiro (RJ). Atualmente, o cantor tem 34 álbuns de estúdio, sendo o mais recente de 2009.
No Rio de Janeiro e em São Paulo, clientes Credicard, Citibank e Diners contam com pré-venda exclusiva entre 27 de fevereiro e 4 de março. O público em geral poderá adquirir ingressos para as apresentações nessas duas praças a partir do dia 5.
Não haverá pré-venda para os shows em Brasília, Belo Horizonte e Porto Alegre, onde o ingresso poderá ser adquirido a partir de 27 de fevereiro. Esta será a quinta vez que Dylan se apresentará no País. Na última delas, em 2008, ele fez dois shows em São Paulo (SP) e um no Rio de Janeiro (RJ). Atualmente, o cantor tem 34 álbuns de estúdio, sendo o mais recente de 2009.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Rock in Rio 2013 confirma Sepultura e Tambours Du Bronx como as primeiras atrações.
A próxima edição brasileira do Rock in Rio ainda é uma realidade distante, mas a organização já divulgou na noite da última quarta, 15, as duas primeiras atrações confirmadas para o festival. São elas duas bandas que tocaram no evento em 2011 (em conjunto, aliás) e repetirão a dose em 2013: Sepultura e Tambours Du Bronx.
Como era de se esperar, tanto a atração brasileira quanto a francesa integram a noite do metal. O próximo Rock in Rio no Rio de Janeiro acontecerá em setembro do ano que vem, na Cidade do Rock. Mais especificamente nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22.
De acordo com o portal G1, na última quarta, 15, as duas bandas estiveram no mirante do Morro Santa Marta, no Rio, para gravar o primeiro comercial do Rock in Rio 2013.
Como era de se esperar, tanto a atração brasileira quanto a francesa integram a noite do metal. O próximo Rock in Rio no Rio de Janeiro acontecerá em setembro do ano que vem, na Cidade do Rock. Mais especificamente nos dias 13, 14, 15, 19, 20, 21 e 22.
De acordo com o portal G1, na última quarta, 15, as duas bandas estiveram no mirante do Morro Santa Marta, no Rio, para gravar o primeiro comercial do Rock in Rio 2013.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Membros originais do Guns n' Roses estarão no Hall da Fama.
Dizzy Reed, tecladista do Guns n' Roses desde 1990, confirmou que todos os membros originais da banda estarão na festa que inclui a banda no Hall da Fama do Rock n¿ Roll, em abril. As informações são do site americano da Billboard.
"Eu sei que todos os membros originais estão lá, mas eu não sei o que vai acontecer. É uma daquelas coisas que tenho certeza que todos estarão juntos e vai ser bem legal. Eu apenas chegarei com uma boa atitude, coração limpo e com o coração agradecido¿, disse.
Sobre uma possível reunião do bando original, Dizzy não garantiu nada: "honestamente, nós não conversamos sobre isso. Eu não sei quando, por que ou como poderíamos trazer isso. Então, a gente não discutiu isso - mas tenho certeza que teremos que fazer em algum momento".
"Eu sei que todos os membros originais estão lá, mas eu não sei o que vai acontecer. É uma daquelas coisas que tenho certeza que todos estarão juntos e vai ser bem legal. Eu apenas chegarei com uma boa atitude, coração limpo e com o coração agradecido¿, disse.
Sobre uma possível reunião do bando original, Dizzy não garantiu nada: "honestamente, nós não conversamos sobre isso. Eu não sei quando, por que ou como poderíamos trazer isso. Então, a gente não discutiu isso - mas tenho certeza que teremos que fazer em algum momento".
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